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	<title>bebê - Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</title>
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	<description>Dermatologista especializada no diagnóstico e tratamento da pele de bebês, crianças e adolescentes.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 19 Jun 2020 04:39:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Quais manchas podem surgir na pele do bebê?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/quais-manchas-podem-surgir-na-pele-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 04:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[hemangioma infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pele de bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns bebês já nascem com manchinhas brancas, avermelhadas ou escuras na pele, ou estas surgem nos primeiros meses de vida e causam desconforto nos pais. Confira o que podem ser algumas delas e lembre-se de sempre procurar a orientação do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns bebês já nascem com manchinhas brancas, avermelhadas ou escuras na pele, ou estas surgem nos primeiros meses de vida e causam desconforto nos pais. Confira o que podem ser algumas delas e lembre-se de sempre procurar a orientação do seu pediatra e dermatopediatras para avaliação e acompanhamento.</p>
<h3>O que é o HEMANGIOMA INFANTIL?</h3>
<p>O hemangioma infantil, ou hemangioma da infância é uma marca de nascença ou que aparece até o final do primeiro mês de vida.<br />
É uma lesão avermelhada que na maioria das vezes some com o tempo, então é necessário somente fazer o acompanhamento da lesão.<br />
Alguns hemangiomas podem apresentar ulceração dolorosa, e pode resultar em sangramentos e infecções secundárias. As lesões com maior risco de ulceração são aquelas localizadas em áreas de atrito (área das fraldas, cotovelos, ombro e joelhos), nos lábios, e as lesões de grandes dimensões.<br />
Hemangiomas grandes, que ulceram ou que prejudicam o funcionamento de um órgão deverão ser tratados e acompanhados.</p>
<h3>E quando a manchinha é branca na pele? O que é o vitiligo?</h3>
<p>O vitiligo é uma doença crônica e autoimune causada pela falta ou diminuição de melanina na pele, caracterizada por manchas brancas espalhadas pelo corpo e rosto, podendo causar perda de pigmentação também no cabelo, cílios ou sobrancelhas. O tratamento pode controlar e desacelerar o aparecimentos das manchas, porém depende da reação do organismo. O surgimento das manchas esbranquiçadas na criança deve ser avaliado por um dermatopediatra.</p>
<h3>Manchas avermelhadas e ressecadas, podem ser alergia ou dermatite?</h3>
<p>A dermatite de contato é caracterizada por áreas de vermelhidão, ressecamentos, fissuras, e rachaduras na pele, podendo arder e coçar. Ela é causada devido a uma irritação causada por alguma substância que venha tocar a pele. No caso dos bebês, por terem a pele mais fina é mais sensível, pode ser causada por substâncias ou objetos colocados nos bebês como fraldas descartáveis, cosméticos, perfumes, curativos e outros. Caso o bebê apresente esses sintomas, um médico deve ser consultado.</p>
<h3>E se a irritação for constante e em vários locais do corpo do bebê?</h3>
<p>Pele seca, coceira e feridas com casquinhas? A dermatite atópica é uma doença genética, crônica e não contagiosa. As irritações na pele podem aparecer por conta de contato com materiais ásperos, poeira, detergentes, pólen, o mofo, a ácaros ou a animais; produtos de limpeza em geral, roupas de lã e tecido sintético até variações de temperatura.</p>
<p>Para tratar a dermatite se busca o controle da coceira, reduzir a inflamação da pele e prevenir a recorrência da mesma. A base do tratamento acaba sendo com o uso de hidratantes no combate do ressecamento da pele causador das feridas e manchas avermelhadas.</p>
<p>Procure sempre orientação do seu dermatopediatra no surgimento de qualquer mancha, sinal ou irritação na pele do seu bebê.</p>
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		<title>Quanto tempo dura a catapora?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/quanto-tempo-dura-catapora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 11:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[catapora]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comum na infância, quando ela aparece, os pais querem saber quanto tempo dura a catapora. Também conhecida como varicela, é causada por um vírus, o varicela-zóster, e é altamente contagiosa. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 90% dos adultos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comum na infância, quando ela aparece, os pais querem saber quanto tempo dura a catapora. Também conhecida como varicela, é causada por um vírus, o varicela-zóster, e é altamente contagiosa. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), 90% dos adultos que a tiveram na infância são imunes à doença. Ou seja, basta ter catapora uma vez para estar protegido por toda a vida. O que é mais importante saber sobre a doença, você confere a seguir.</p>
<h2>Saber quanto tempo dura a catapora é importante para evitar o contágio</h2>
<p>Entender por quanto tempo dura a catapora é uma informação importante para cuidar para que a criança não transmita o vírus para outras pessoas. Geralmente, a doença afeta crianças entre um e 10 anos de idade.</p>
<p>Os primeiros sintomas que aparecem são febre e erupções na pele. E, apesar de a doença ser mais comum na infância, adultos que não tiveram varicela quando eram crianças estão suscetíveis à doença, até porque o organismo não possui anticorpos contra ela. É preciso ficar doente para acionar as defesas de proteção.</p>
<p>É por isso que muitos pais, às vezes, não se importam que a criança saudável tenha contato com outra, doente, pois acreditam que, agindo dessa forma, estão reforçando a proteção e evitando que ela venha a ter a doença na vida adulta.</p>
<p>Essa é uma prática questionável. Até porque está disponível na rede pública de saúde e nas clínicas de vacinação particulares a <a href="https://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/80-vacina-varicela-catapora" target="_blank" rel="noopener">vacina contra a catapora</a>. Ela é produzida com o vírus atenuado e faz parte das vacinas de rotina que a criança deve receber após completar um ano de idade. As crianças, adolescentes e adultos que nunca vacinaram-se contra a varicela devem receber a dose da vacina para a proteção do organismo.</p>
<h2>Orientações sobre a vacinação contra a catapora</h2>
<p>Na rede pública de saúde, as crianças recebem a vacina em dose única, aos 15 meses, após receber a primeira dose da vacina tríplice viral.</p>
<p>Já a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) é de que as crianças sejam imunizadas contra a varicela em dois momentos. A indicação é de que ela receba a primeira dose aos 12 meses e, mais tarde, entre os 15 e 24 meses, seja dada a ela a segunda dose da vacina.</p>
<p>No caso das crianças com mais de dois anos, adolescentes e adultos que em nenhum momento foram vacinados, o adequado é que a vacina seja administrada em duas doses. O intervalo entre as doses não deve ser maior do que 12 meses.</p>
<p>As mulheres que tiveram a doença ou estão vacinadas transmitem esta proteção para o bebê durante a gestação, mas somente até o primeiro ano de vida. Depois disso, é preciso ter ou vacinar-se contra a varicela para ser imune a ela.</p>
<h2>Progressão do vírus no organismo</h2>
<p>Muitos pais querem saber quanto tempo dura a catapora porque acreditam que é quando surgem as manifestações na pele que há o risco de transmissão da doença. Realmente, eles estão certos em pensar assim.</p>
<p>A pessoa infectada permanece com o vírus incubado por sete a 21 dias. Nesse intervalo é quando surgem as primeiras lesões na pele. O risco de transmissão do vírus é maior um ou dois dias antes das primeiras lesões aparecerem na pele, até seis dias depois delas se formarem. Esse ciclo é de, aproximadamente, 10 dias.</p>
<p>A criança afetada pode ter febre e ficar apática cerca de três dias antes de aparecerem as primeiras manifestações na pele. Além de manchas vermelhas, que causam coceira e surgem, principalmente, no tronco, formam-se bolhas pelo corpo. As áreas mucosas, como a boca e a região genital, também podem ser afetadas.</p>
<p>Mal-estar, cansaço, dor de cabeça, perda de apetite e febre baixa são outros sintomas que surgem em quem tem catapora. Depois de alguns dias, o líquido no interior das bolhas ganha um aspecto escuro. É quando elas começam a cicatrizar e a sensação de coceira se intensifica. Nessa fase da doença, é preciso ter muito cuidado. As bactérias que existem nas unhas ou em outros objetos que são usados como “coçador” podem infeccionar as lesões, além de acessarem o organismo e causarem outros danos.</p>
<h2>Como se transmite a catapora</h2>
<p>A catapora é transmitida de uma pessoa para a outra pelas gotículas de saliva, pelo espirro ou contato direto com o líquido das lesões. Os períodos de maior contágio são a primavera, pois o clima é propício para a rápida multiplicação do vírus, e o inverno, época em que é comum as crianças permanecerem todas juntas em ambientes fechados.</p>
<p>A orientação dos médicos é para que os pais não levem a criança para a escola durante sete dias, a partir do início do aparecimento das manchas vermelhas no corpo, justamente devido à maior chance de contágio.</p>
<p>A catapora não tem um tratamento específico. Ao ser diagnosticada, o que a dermatopediatra faz é prescrever um medicamento para diminuir a febre e a coceira. É preciso lembrar de manter as unhas das crianças curtas e fazer a limpeza da pele com água e sabão na <a href="https://maricemello.com.br/blog/produtos-para-o-banho-do-bebe-como-eles-influenciam-na-saude-da-pele/" target="_blank" rel="noopener">hora do banho</a>. Nada mais deve ser feito sem a orientação da médica. Automedicar a criança é contraindicado, pois pode ser perigoso e causar sérios problemas de saúde.</p>
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		<title>Como cuidar da criança com febre</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/como-cuidar-da-crianca-com-febre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[E-saúde]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 18:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[antitérmico]]></category>
		<category><![CDATA[automedicação]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando tem uma criança com febre em casa, os pais ficam muito apreensivos. O que é preciso entender, antes de mais nada, é que a febre é algo, de certa forma, benéfica para o organismo, pois a elevação da temperatura...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tem uma criança com febre em casa, os pais ficam muito apreensivos. O que é preciso entender, antes de mais nada, é que a febre é algo, de certa forma, benéfica para o organismo, pois a elevação da temperatura ajuda o corpo a combater infecções.</p>
<p>A dúvida seguinte, geralmente, é: será que é algo grave? Essa preocupação leva os pais a monitorarem constantemente a temperatura dos filhos. Muitos têm em casa termômetros de orelha ou digitais.</p>
<p>A utilização do termômetro de mercúrio é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Inclusive, ele não pode mais ser mais fabricado, importado ou comercializado para o Brasil. A determinação foi motivada pelo risco que a substância representa para a saúde e o meio ambiente.</p>
<h2>Saiba em que momento se preocupar com a criança com febre</h2>
<p>Considera-se febre a temperatura axilar acima de 37,2ºC. Ao querer baixar a temperatura antes dela chegar a 37,8ºC pode-se estar combatendo algo que está fazendo bem ao organismo e o ajudando.</p>
<p>Enquanto a temperatura não chega a ser maior de 38,5ºC, os pais devem, somente, observar. Acima disso, a criança começa a ficar incomodada, portanto, é hora de intervir para amenizar o desconforto da criança com febre.</p>
<p>O tratamento deve ser feito com o medicamento antitérmico indicado pelo pediatra para essas ocasiões. Converse com o médico caso nenhum tipo desse remédio tenha sido prescrito para a criança, ainda. Independentemente da situação, a <a href="http://www.anvisa.gov.br/propaganda/folder/uso_indiscriminado.pdf" target="_blank" rel="noopener">automedicação</a> nunca é recomendada.</p>
<p>Outra coisa, muito importante, é consultar o pediatra sobre a dose que deve ser administrada quando os pais não se recordam qual orientação foi dada pelo médico e não detêm mais a prescrição do medicamento. De forma alguma deve-se confiar apenas nas informações que constam na bula do remédio.</p>
<p>Levar a criança para o banho também é uma forma de ajudar a baixar a febre. Além disso, é uma maneira de não precisar medicar a criança com tanta frequência. Mas, atenção para a temperatura da água: ela não deve estar gelada. O ideal é que esteja entre morna e fresca.</p>
<p>É importante que a criança com febre, com idade superior a seis meses de vida, consuma água, pois a elevação da temperatura causa desidratação devido a grande perda de água que ocorre. Assim, a água é fundamental e faz parte do tratamento.</p>
<p>O que os médicos observam muito em uma criança com febre é seu estado geral. Ou seja, caso, mesmo com a temperatura corporal elevada, a criança está brincando como sempre faz e alimentando-se bem, não há muito com o que se preocupar.</p>
<p>Porém, quando a criança mudou o seu comportamento em função da febre, perdeu o apetite e o interesse em brincar, e, além disso, apresenta outros sintomas, como vômito e tosse, ela precisa ser examinada. É importante conversar, primeiro, com o pediatra responsável pelo <a href="https://maricemello.com.br/blog/consultas-de-rotina-da-crianca/" target="_blank" rel="noopener">acompanhamento da saúde dela</a>. Na falta de contato, a opção é buscar um plantão médico infantil para cuidar da criança com febre.</p>
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		<item>
		<title>Cuidados com a pele das crianças no verão</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/cuidados-com-a-pele-das-criancas-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 12:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação]]></category>
		<category><![CDATA[mosquitos]]></category>
		<category><![CDATA[protetor solar]]></category>
		<category><![CDATA[repelente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do calor, os cuidados com a pele das crianças no verão precisam de atenção. Nesta época, as crianças voltam a usar roupas leves e curtas, e a pele fica mais exposta ao ambiente. No verão, a radiação...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do calor, os cuidados com a pele das crianças no verão precisam de atenção. Nesta época, as crianças voltam a usar roupas leves e curtas, e a pele fica mais exposta ao ambiente. No verão, a radiação solar fica mais quente e voltamos a nos preocupar com o uso do protetor solar. As estações quentes também propiciam nosso contato com os insetos e precisamos nos proteger deles.</p>
<h2>Proteção solar na infância: é um dos cuidados com a pele das crianças no verão que deve ser levado para a vida</h2>
<p>Segundo o Consenso de Fotoproteção da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ninguém deve se expor ao sol sem proteção solar, mesmo nos horários recomendados (antes das 10h e após as 16h) ou em dias nublados. O uso do filtro solar, roupas, chapéus e outros acessórios que nos protegem da radiação solar deve ser um hábito diário em qualquer idade. A exceção são os <a href="https://maricemello.com.br/blog/protetor-solar-para-bebes-qual-e-a-recomendacao/" target="_blank" rel="noopener">bebês com até seis meses de vida</a>.</p>
<p>Em crianças com menos de seis meses não é indicado passar protetor solar. Nessa fase da vida, é preciso recorrer a outras formas de proteção. Barreiras físicas (guarda-sol, roupas, preferencialmente brancas, e chapéu) que impeçam os raios de sol de incidirem sobre a pele do bebê costumam funcionar bem nessa situação.</p>
<p>Depois dos seis meses já é permitido utilizar o filtro solar. O certo é aplicar um produto que seja adequado à faixa etária, assim, reduz-se a chance de ocorrer alguma irritação na pele devido aos componentes da fórmula.</p>
<p>O fator de proteção solar (FPS) não deve ser menor que 30, e proteger dos raios UVA e UVB. Mesmo que a criança esteja usando o filtro, a produção de <a href="https://maricemello.com.br/blog/banho-de-sol-e-com-ou-sem-protetor-solar/" target="_blank" rel="noopener">vitamina D</a> não será prejudicada. Já se sabe que manter apenas as mãos e o rosto em contato com o sol, três dias na semana, por 15 minutos cada dia, é o suficiente para que o organismo produza a vitamina D de que necessita. Assim, os pais não precisam se preocupar em tirar a roupa do bebê e colocá-lo para tomar sol todos os dias. Só têm de levar a criança para passear ou brincar ao ar livre algumas vezes por semana. Isso faz bem não só para o organismo, mas também para o desenvolvimento integral da criança.</p>
<p>O protetor solar deve ser aplicado 30 minutos antes de ocorrer a exposição ao sol. Também lembre de:</p>
<ul>
<li>aplicar o protetor solar com generosidade. A quantidade precisa ser a suficiente para cobrir toda a pele.</li>
<li>Reaplicar o filtro solar a cada duas horas.</li>
<li>Passar novamente o protetor solar sempre que a criança suar muito ou entrar na água, mesmo que conste no rótulo que o produto é à prova d’água.</li>
</ul>
<p>As roupas e bonés feitas de tecido com filtro solar são mais um aliado, já que barram os raios ultravioletas.</p>
<p>A incidência direta dos raios solares pode ser barrada por um guarda-sol. Mas, mesmo que a criança aceite permanecer na sombra deste, não dá para dispensar o uso do protetor solar porque parte da irradiação vem do chão, afetando a pele.</p>
<p>Quanto mais clara é a pele, mais cuidados exige. O sol que pegamos na infância corresponde a 80% do sol de toda a nossa vida. Habituar as crianças a usar o protetor solar diariamente contribui para que tenham uma vida mais saudável, já que a utilização do produto é uma forma de prevenir o câncer de pele e o envelhecimento precoce do órgão, além de evitar queimaduras causadas pelo sol.</p>
<h2>O uso do repelente para as crianças</h2>
<p>Bebês com até 6 meses de vida não podem usar repelentes na pele. O <a href="https://maricemello.com.br/blog/repelente-em-bebes-pode-ou-nao-pode-usar/">uso de repelentes</a> só está indicado a partir dos 6 meses, até lá, os pais podem investir em prevenção. Algumas recomendações de como proteger o bebê dos mosquitos são:</p>
<ul>
<li>usar mosquiteiros com poros que contenham, no máximo, 1,5 milímetros (alguns já contêm até inseticida);</li>
<li>colocar telas de proteção em portas e janelas (algumas também já contêm inseticida);</li>
<li>manter ambientes fechados bem refrigerados no verão;</li>
<li>manter as portas e janelas que não possuam tela de proteção fechadas no fim da tarde (hora em que os mosquitos costumam entrar nas residências);</li>
<li>vestir o bebê com roupas claras (as coloridas atraem a atenção dos mosquitos);</li>
<li>usar repelentes elétricos, prestando atenção à forma correta de usá-los: ligá-los quando o bebê não estiver no quarto, em uma tomada que seja longe do berço ou da cama e próxima da porta, que deve permanecer aberta.</li>
</ul>
<p>Os princípios ativos dos repelentes recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) são:</p>
<ul>
<li><strong>Icaridina:</strong> com duração de proteção de até 10 horas, pode ser usado por crianças a partir de 6 meses.</li>
<li><strong>DEET:</strong> repelentes a base de dietiltoluamida não devem ser utilizados em crianças menores de 2 anos. Para crianças entre 2 e 12 anos, a concentração do princípio ativo deve ser de, no máximo, 10% e o número de aplicações não deve ser maior do que três vezes por dia. Dura apenas duas horas.</li>
<li><strong>IR 3535 30%:</strong> o uso do composto é permitido pela Anvisa para crianças acima de 6 meses. O período de proteção é de até 4 horas.</li>
</ul>
<p>Existem ainda os repelentes naturais, no entanto, como são altamente voláteis e seu efeito costuma ser de curta duração, não garantem proteção adequada ao Aedes aegypti, devendo ser evitados.</p>
<h2>Dicas para aplicar os repelentes</h2>
<ul>
<li>Procure vestir roupas brancas nas crianças, pois roupas coloridas atraem os insetos, assim como perfumes.</li>
<li>Não se deve utilizar produtos combinados com filtros solares. O filtro solar costuma ser reaplicado com uma frequência maior e os repelentes não devem ser aplicados mais do que três vezes ao dia em crianças.</li>
<li>O suor atrai os insetos.</li>
<li>Não durma com repelente no corpo.</li>
<li>Mantenha os repelentes fora do alcance de crianças e não permita sua autoaplicação.</li>
<li>Evite o uso próximo a mucosas (boca, nariz, olhos, genitais), na pele irritada ou ferida.</li>
<li>Evite aplicação nas mãos das crianças e por baixo das roupas. Sempre lave as mãos após aplicar o produto.</li>
<li>Use quantidade suficiente para recobrir a pele exposta e evite reaplicações frequentes.</li>
</ul>
<h2>Cuide o ano inteiro da pele do seu filho</h2>
<p>A pele é o maior órgão do nosso corpo e nos protege de todas as agressões do meio externo. Alguns cuidados com a pele das crianças no verão, ao serem adotados no dia a dia, podem ajudar a manter a pele dos nossos pequenos sempre saudável, durante todas as estações.</p>
<p>O banho da criança deve ser sempre rápido (10 a 15 minutos), morno e com pouco sabonete. Procure usar os que são neutros ou glicerinados, de linhas infantis hipoalergênicas.</p>
<p>Vista sempre roupas de algodão nas crianças. Os tecidos sintéticos que não deixam a pele transpirar.</p>
<p>Não agasalhe seu filho em excesso, mesmo no inverno. Mantenha o quarto aquecido e diminua a quantidade de roupas para dormir, assim as crianças dormem melhor.</p>
<p>Não use amaciante para lavar as roupas das crianças. O amaciante pode provocar alergias respiratórias e na pele.</p>
<p>Caso a criança tenha uma pele mais ressecada, hidrate sempre após o banho. Procure usar <a href="https://maricemello.com.br/blog/quando-usar-creme-hidratante-na-crianca/" target="_blank" rel="noopener">hidratantes</a> dermatológicos adequados para cada idade e tipo de pele.</p>
<p>Nossa alimentação também reflete na saúde da pele. Ofereça alimentos que sejam o mais natural possível. Evite os industrializados, que são ricos em conservantes e corantes.</p>
<p>E tenha sempre em mãos um filtro solar. Toda a família deve aplicar o protetor nas áreas expostas antes de sair de casa para mais um dia de escola e trabalho.</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/cuidados-com-a-pele-das-criancas-no-verao/">Cuidados com a pele das crianças no verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>11 dicas de cuidados diários que mantêm a pele saudável</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/cuidados-diarios-que-mantem-a-pele-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Espinhas]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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		<category><![CDATA[pele saudável]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[protetor solar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apostar nos cuidados diários que mantêm a pele saudável é bom para a saúde e para a autoestima. E, para preservar o maior órgão do nosso corpo, algumas precauções devem ser tomadas já na infância e na adolescência, para que...</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/cuidados-diarios-que-mantem-a-pele-saudavel/">11 dicas de cuidados diários que mantêm a pele saudável</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Apostar nos </span><b>cuidados diários que mantêm a pele saudável</b><span style="font-weight: 400;"> é bom para a saúde e para a autoestima. E, para preservar o maior órgão do nosso corpo, algumas precauções </span><b>devem ser tomadas já na infância e na adolescência</b><span style="font-weight: 400;">, para que seja possível desfrutar ao máximo de uma pele bonita e vigorosa. Pequenas atitudes do dia a dia, como dormir bem, higienizar e hidratar a pele corretamente são exemplos de cuidados diários, incluindo muitos outros.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Cuidados diários que mantêm a pele saudável</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cuidados diários que mantêm a pele saudável podem e devem começar na infância. Conheça algumas dicas.<br />
</span></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><b>Evitar exposição ao sol:</b><span style="font-weight: 400;"> na infância, a pele é bem mais fina e mais propensa aos malefícios dos raios solares. Lembre-se de que os horários ideais para exposição ao sol são antes das dez horas da manhã e após às 16 horas.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Usar o protetor solar:</b><span style="font-weight: 400;"> o ideal é passar duas camadas em todas as áreas expostas nas crianças, de duas em duas horas, ou após tomar um banho de piscina, de mar ou ducha. Lembre-se sempre de proteger a nuca, as orelhas e até mesmo a cabecinha dos bebês com pouco cabelo.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Dar apenas um banho por dia</b><span style="font-weight: 400;">, em temperatura morna (quase fria), e rápido. Deixe a esponja para higienizar as regiões mais grossas do corpo (palmas das mãos e plantas dos pés). Caso um segundo ou terceiro </span><a href="https://maricemello.com.br/blog/banho-cuidados-para-nao-ressecar-pele-bebe/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">banho</span></a><span style="font-weight: 400;"> sejam necessários, a recomendação é usar o sabonete apenas em regiões sujas e com dobras.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Usar sabonetes suaves</b><span style="font-weight: 400;">, que não ressequem a pele e investir em hidratantes específicos para crianças, caso a pele apresente </span><a href="https://maricemello.com.br/blog/pele-seca-em-criancas-alguns-cuidados-sao-essenciais-para-nao-agravar-o-problema/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">ressecamento</span></a><span style="font-weight: 400;">.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Evitar lugares muito quentes</b><span style="font-weight: 400;"> e ambientes fechados, para que a pele não tenha problemas de brotoejas.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><b>Em caso de assaduras</b><span style="font-weight: 400;">, evitar que a pele fique com machucados profundos nas áreas das dobras, para que não surjam cicatrizes. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>E, na adolescência, período em que a pele pode sofrer com a oleosidade, observe os seguintes cuidados:</p>
<p></b></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Na </span><b>prevenção da acne</b><span style="font-weight: 400;">, é indicado o uso de sabonetes ou géis de limpeza específicos para eliminar o excesso de oleosidade na pele do rosto e do corpo.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Para lidar com as espinhas</strong>, os especialistas recomendam o uso de esfoliante uma vez por semana, além de protetor solar em gel aquoso, gel-creme ou emulsão de textura fluida (todos não-oleosos!) para prevenir manchas causadas pelas erupções.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Evite dormir com maquiagem</strong>, pois ela acelera o processo de envelhecimento, causa olheiras e estimula a oleosidade da pele.
<p></span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><strong>Hidrate-se sempre que possível</strong> para obter uma pele bem viçosa, já que o corpo precisa de bastante água em suas camadas mais profundas para ter uma aparência saudável. Invista, também, nos cremes corporais específicos para o seu tipo de pele.</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<ul>
<li><b>Consulte regularmente um dermatopediatra qualificado.</b></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Alimentação e pele saudável</span></h2>
<p><a href="https://maricemello.com.br/blog/alimentacao-e-pele-saudavel-entenda-qual-e-relacao/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Alimentar-se bem</span></a><span style="font-weight: 400;"> é fundamental para garantir a eficácia dos cuidados diários que mantêm uma pele saudável e bonita, não importando a idade. Os alimentos, além de concederem as substâncias que o corpo precisa para ter energia, também nutrem a pele, mantendo-a com o aspecto sadio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, para que a pele seja realmente beneficiada, a alimentação deve ser balanceada, contendo alimentos com muitas fibras, vegetais crus, frutas, legumes e proteínas magras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante a ingestão de alimentos que possuam vitaminas e minerais que neutralizam radicais livres: esses alimentos melhoram o funcionamento do intestino, evitando que as toxinas sejam reabsorvidas pelo organismo.</span></p>
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		<title>Manchas brancas na pele: descubra o que podem ser</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/manchas-brancas-na-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 13:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[doença de pele]]></category>
		<category><![CDATA[doenças de pele]]></category>
		<category><![CDATA[Hipopigmentação]]></category>
		<category><![CDATA[manchas na pele]]></category>
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		<category><![CDATA[pele saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Pitiríase alba]]></category>
		<category><![CDATA[proteção solar]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[verão]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você notou que estão aparecendo manchas brancas na pele do seu bebê, não precisa se apavorar, mesmo que ele tenha poucos meses de idade. Antes de tudo, é preciso entender que a pele das crianças está mais suscetível a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você notou que estão aparecendo <strong>manchas brancas na pele</strong> do seu bebê, não precisa se apavorar, mesmo que ele tenha poucos meses de idade. Antes de tudo, é preciso entender que a pele das crianças está mais suscetível a doenças devido a vários fatores: ela é mais fina, frágil e possui muito menos pelos que a <a href="http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/ep/muito-mais-para-o-seu-bebe/noticia/2016/06/conheca-diferencas-entre-pele-do-adulto-e-do-bebe.html" target="_blank" rel="noopener">pele dos adultos</a>.</p>
<p>As manchas brancas na pele são chamadas pelos especialistas de e podem ser causadas por determinados motivos, como as doenças de pele e a exposição prolongada ao sol. Elas aparecem em qualquer parte do corpo (costas, braços, pescoço, pernas, mãos e rosto) e são caracterizadas pela falta de melanina ou melanócitos (células da pele).</p>
<h2>O que causa manchas brancas na pele</h2>
<p>A seguir, conheça algumas causas das manchas brancas na pele das crianças.</p>
<ul>
<li><strong>Infecções fúngicas na pele</strong><br />
Podem causar a formação de manchas brancas na camada mais externa da pele. É normal a presença dos fungos na pele, mas em certo limite. Muitos deles podem causar uma condição chamada <a href="https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/micoses/">tinea ou pitiríase versicolor.</a>&nbsp;</p>
<p>A área do corpo afetada muda de cor e a descoloração manifesta-se com pequenas e irregulares manchas brancas que ocorrem no peito, nas costas, nos ombros e nos braços.</li>
<li><strong>Nevo acrômico</strong><br />
A doença é causada devido à produção insuficiente de melanina e provoca a formação de pequenas manchas brancas. Nas fases seguintes, as manchas próximas se unem e formam uma marca maior e irregular.As manchas causadas pelo nevo acrômico são bem localizadas e não se espalham para outras partes do corpo.</li>
<li><strong>Pitiríase alba</strong><br />
Caracterizada por pequenas manchas brancas na pele que são limitadas à área do rosto, braços e pescoço, ocorrem geralmente após exposição solar intensa. O problema é temporário e ocorre mais facilmente em crianças com idade entre seis e 12 anos.A pitiríase alba afeta, principalmente, as peles secas e desidratadas e pode causar coceiras. Normalmente, as manchas são arredondadas e ovais, e podem permanecer na pele por anos, caso não haja acompanhamento médico.</li>
<li><strong>Vitiligo</strong><br />
Doença de causa desconhecida, o <a href="https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/vitiligo-na-infancia/" target="_blank" rel="noopener">vitiligo</a> caracteriza-se pela presença de manchas acrômicas na pele. As lesões se formam devido à diminuição ou ausência de melanócitos (células responsáveis pela formação do pigmento melanina, que dá cor à pele) nos locais afetados.A causa do vitiligo ainda não é clara, mas fenômenos autoimunes parecem estar associados à doença. Além disso, é comum a correlação com alterações ou traumas emocionais que poderiam atuar como fatores de desencadeamento do vitiligo.</li>
</ul>
<p>Sempre que surgir uma mancha na pele dos bebês ou das crianças, um dermatopediatra deve ser consultado para garantir o correto diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Para saber mais sobre cuidados com a pele na infância, acompanhe os posts também  no <a href="https://www.facebook.com/maricemello/" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a> e <a href="https://instagram.com/dramarice" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>.</p>
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		<title>Como tratar o eritema infeccioso</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/como-tratar-o-eritema-infeccioso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[eritema infeccioso]]></category>
		<category><![CDATA[manchas na pele]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O eritema infeccioso é uma doença de pele que causa febre nas crianças, mas que apresenta um grau de gravidade baixo. A enfermidade ocorre tipicamente na infância e afeta, em especial, crianças de seis meses a três anos de idade....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>eritema infeccioso</strong> é uma doença de pele que causa febre nas crianças, mas que apresenta um grau de gravidade baixo. A enfermidade ocorre tipicamente na infância e afeta, em especial, crianças de seis meses a três anos de idade.</p>
<p>O eritema infeccioso é raro nos primeiros meses de vida por causa da proteção dos anticorpos maternos. A doença também pode ser conhecida pelo nome de Quinta Doença  e ocorre preferencialmente no inverno e na primavera.</p>
<p>A doença é causada por um vírus chamado <strong>parvovírus B19</strong>. Sua forma de transmissão é por via oral, principalmente pela via respiratória, e de mãe para filho, na gestação.</p>
<p>Sua maior incidência ocorre em comunidades fechadas (creches, escolas, etc.) e entre pessoas da mesma família, onde a taxa de ataque de infecção <a href="http://www.pediatriaemfoco.com.br/posts.php?cod=194&amp;cat=9" target="_blank" rel="noopener">pode atingir 50% entre os indivíduos que estão suscetíveis à doença</a>.</p>
<p>Experimentos realizados em voluntários demonstraram que a manifestação do eritema infeccioso aparece em torno de 18 dias após o contato com o vírus, caracterizando a lesão da doença como um evento tardio no curso da infecção e, portanto, com quase nenhuma chance de transmissão.</p>
<h2>Como o eritema infeccioso se desenvolve?</h2>
<p>O quadro clínico do eritema infeccioso é uma erupção na pele dividida em três estágios:</p>
<ul>
<li><strong>primeiro estágio: </strong>eritema nas bochechas, mais claro ao redor da boca, recebendo o nome de “<em>doença da face esbofeteada</em>”.</li>
<li><strong>Segundo estágio:</strong> aparece de um a quatro dias após a vermelhidão da face. São lesões avermelhadas nos braços, pernas e tronco, com ou sem coceira.</li>
<li><strong>Terceiro estágio:</strong> nesta fase, as lesões de pele do eritema infeccioso podem variar em duração de dias ou semanas, aumentando e diminuindo a intensidade. A exposição ao sol e banhos quentes podem exacerbar as lesões. <strong>Em torno de 10% das crianças podem se queixar de dores articulares neste estágio da doença.
<p></strong></li>
</ul>
<p>Para o feto, o maior risco é se o eritema infeccioso for transmitido antes da vigésima semana de gestação, com os sintomas variando desde anemia até a perda do bebê.</p>
<h2>Como é o diagnóstico do eritema infeccioso?</h2>
<p>O diagnóstico do eritema infeccioso é clínico, analisando-se o histórico e o exame físico do paciente. Quando houver dúvidas do dermatopediatra quanto ao diagnóstico, ele poderá solicitar determinadas sorologias para confirmar a presença do parvovírus B19.</p>
<p>A análise do médico também leva em conta as características da erupção cutânea. Exames de sangue podem ajudar a identificar os níveis de anticorpos para o vírus B19, quando for necessário estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças como escarlatina, rubéola, sarampo, <a href="https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/exantemas-virais/" target="_blank" rel="noopener">exantemas</a> e enterovírus.</p>
<h2>Como é o tratamento do eritema infeccioso?</h2>
<p>O eritema infeccioso é uma doença benigna que não possui tratamento. O dermatopediatra deve apenas orientar o paciente (ou seus responsáveis) sobre como a doença evolui. Contudo, algumas indicações são básicas e gerais no decorrer da manifestação da doença:</p>
<ul>
<li>procure aumentar a <strong>ingestão de líquidos</strong>, seja por leite materno ou por uma fórmula. Para crianças que já consomem alimentos sólidos, dê mais água. Uma boa hidratação ajuda a diminuir a febre.</li>
<li>Analgésicos e antitérmicos também auxiliam a baixar a febre e na diminuição de possíveis dores articulares resultadas do eritema infeccioso. Não esqueça: só dê remédios que tenham sido prescritos pelo médico especificamente para o seu filho.</li>
<li>Evite expor a criança ao sol e a ambientes excessivamente quentes.</li>
<li>As gestantes devem ser acompanhadas com maior atenção.</li>
</ul>
<p>As medidas preventivas devem visar somente os grupos com risco de desenvolver as formas graves da infecção pelo B19 (grávidas e portadores de anemias hemolíticas crônicas). São indicados o tratamento com gamaglobulina humana intravenosa para a  grávida e o isolamento dos pacientes com risco de uma evolução grave da doença.</p>
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		<title>Quando dar o primeiro banho do bebê?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/quando-dar-o-primeiro-banho-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2017 14:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[banho do bebê]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com a pele]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[pele saudável]]></category>
		<category><![CDATA[proteção solar]]></category>
		<category><![CDATA[vernix caseoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dar o primeiro banho do bebê é um momento único na vida de qualquer pessoa. Contudo, estudos mostram que essa experiência não precisa ocorrer logo após as primeiras horas de vida e que existem boas razões para adiá-lo por algumas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dar o <strong>primeiro banho do bebê</strong> é um momento único na vida de qualquer pessoa. Contudo, estudos mostram que essa experiência não precisa ocorrer logo após as primeiras horas de vida e que existem boas razões para adiá-lo por algumas horas ou, até mesmo, dias.</p>
<h2>É melhor adiar o primeiro banho do bebê?</h2>
<p>Quando os bebês nascem, é possível visualizar uma espécie de pasta esbranquiçada e pegajosa, distribuída no pequeno corpo deles. O nome desta substância é <strong>vernix caseoso </strong>e é extremamente útil para a proteção do bebê.</p>
<p>A partir da 18ª semana de gravidez, a pele dos bebês começa a produzir o vernix caseoso, o qual a hidrata e evita que se criem fissuras, ou mesmo feridas, enquanto ele está exposto ao meio líquido (intrauterino).</p>
<p>A quantidade de vernix caseoso, ao nascer, difere de criança para criança, pois a sua produção está intimamente ligada com a idade gestacional. Por exemplo, bebês prematuros tendem a nascer com uma maior camada de vernix, pois, supostamente, ainda deveriam estar expostos ao meio líquido durante mais um tempo.</p>
<p>Esta camada protetora não deveria ser removida após o nascimento, devendo o bebê permanecer apenas seco. Ao longo dos dias, o vernix caseoso é absorvido pela pele, e é por esta razão que, mesmo após nove meses imerso em líquido, eles têm uma pele sedosa e macia, sem apresentar “enrugamento”.</p>
<p>Conheça as funções do vernix caseoso na pele dos bebês:</p>
<ul>
<li><strong>hidratação:</strong> devido ao seu alto teor de água, o vernix caseoso atua como um agente hidratante e aumenta a plasticidade da pele do bebê.</li>
<li><strong>Barreira natural contra possíveis infecções:</strong> o vernix atua como uma barreira contra infecções bacterianas, inibindo o crescimento de bactérias e protegendo a pele do bebê.</li>
<li><strong>Auxilia na formação do manto ácido:</strong> no nascimento, o pH da pele é praticamente neutro. Aos poucos, atinge 5,5, um nível ligeiramente ácido e necessário para a defesa da pele contra o aparecimento e crescimento de bactérias patogênicas.
<p>A acidificação também mantém a integridade da barreira epidérmica. O manto ácido leva em torno de duas a oito semanas para desenvolver-se completamente, dependendo da idade gestacional do bebê.</li>
<li><strong>Proteção solar:</strong> por conter melanina em sua composição, o vernix caseoso também protege o recém-nascido da radiação ultravioleta e da luz solar.</li>
<li><strong>Propriedades regenerativas:</strong> o vernix caseoso contribui para a regeneração da pele. As suas propriedades de cura estão sendo estudadas para o tratamento de pacientes adultos com úlceras nos membros inferiores ou em feridas perineais após o parto. Tais propriedades também são usadas no tratamento da <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/" target="_blank" rel="noopener">dermatite atópica</a>, <em>infecções bacterianas</em> e no tratamento de pacientes com queimaduras.</li>
</ul>
<h2>Outros fatores para adiar o primeiro banho do bebê</h2>
<p>Além da preservação do vernix caseoso, existem alguns outros motivos para não submeter o bebê ao banho logo após o seu nascimento:</p>
<ul>
<li><strong>o bebê quer/precisa estar perto da mãe</strong>
<p>Assim que nasce, o bebê tem grande necessidade de estar o mais próximo possível da mãe, sentir seu cheiro e ouvir o seu coração (da mesma forma que passou nove meses ouvindo). Além disso, ele precisa estar perto da sua fonte de alimentação.</p>
<p>Essa proximidade favorece o início da amamentação e, quanto antes ela é iniciada, melhor. Tudo isso ajuda o bebê a fazer uma transição menos agressiva da vida intrauterina para a vida “do lado de fora”. Afastar-se do bebê assim que ele nasce, como acontece quando se adianta o banho, coloca em segundo plano esse primeiro contato tão importante.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Manter a temperatura corporal</strong>
<p>Logo após o nascimento, os bebês necessitam descobrir como manter a sua própria temperatura corporal. Dar um banho, mesmo quente, pode causar uma queda na sua temperatura. Bebês precisam manter-se aquecidos assim que nascem e o peito da mãe é o lugar ideal para isso.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Controlar os níveis de estresse e de açúcar no sangue</strong>
<p>Ser separado da mãe assim que nasce pode ser desconfortável para o recém-nascido, que normalmente chora e agita-se mais. Isso faz com que o seu corpo libere hormônios ligados ao estresse, podendo causar um aumento na frequência cardíaca e na pressão arterial, além de reduzir temporariamente os níveis de açúcar no sangue. Quando o bebê é mantido perto da mãe, ele tem uma capacidade maior de regular seus sistemas.</li>
</ul>
<p>Após levar em conta todos os benefícios para se adiar um pouco o primeiro banho do bebê, os pais e responsáveis necessitam conhecer algumas dicas para essa primeira experiência. O importante é ter o maior cuidado possível, e isso abrange a forma de segurar, a temperatura da água e os <a href="https://maricemello.com.br/blog/produtos-para-o-banho-do-bebe-como-eles-influenciam-na-saude-da-pele/" target="_blank" rel="noopener">produtos para o primeiro banho</a>.</p>
<p>Tenha sempre a orientação de um dermatopediatra, para que o banho do bebê seja sempre sinônimo de benefício para ele.</p>
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		<title>Dermatite atópica tem cura?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 11:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[alergia alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[problemas de pele]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para a pele]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dermatite atópica tem cura? Antes de mais nada, é preciso entender como surge a doença e de que forma ela afeta a pele de crianças, adolescentes e adultos. Em resumo, a dermatite atópica, também chamada de eczema atópico, é uma...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dermatite atópica tem cura</strong>? Antes de mais nada, é preciso entender como surge a doença e de que forma ela afeta a pele de crianças, adolescentes e adultos.</p>
<p>Em resumo, a dermatite atópica, também chamada de eczema atópico, é uma doença de pele muito comum, caracterizada por vermelhidão, inflamação, <a href="https://maricemello.com.br/blog/pele-seca-em-criancas-alguns-cuidados-sao-essenciais-para-nao-agravar-o-problema/" target="_blank" rel="noopener">ressecamento</a> e coceira. Afeta, principalmente, as crianças. Cerca de metade das pessoas diagnosticadas com dermatite atópica apresenta os primeiros sintomas aos seis meses de vida. A fase mais crônica ocorre até os cinco anos de idade.</p>
<p>A pele é a primeira barreira do sistema imunológico. É o órgão que tem o maior contato com o meio externo e, portanto, o que sofre as maiores agressões. Qualquer alteração nessa barreira propicia o surgimento de doenças, como a dermatite atópica.</p>
<p>A condição ocorre, com maior frequência, em pessoas que possuem uma alteração no gene da filagrina, uma proteína que aumenta a adesão entre as células epiteliais. Quando há falha nesse sistema de barreira, a cútis fica mais suscetível ao contato com substâncias externas, que podem provocar reações na pele.</p>
<p>Além disso, sem a ação da filagrina, o tecido cutâneo tende a perder água mais facilmente. Então, quanto mais quente o ambiente estiver, maior será o ressecamento. A pele, quando ressecada, coça muito. A cena de uma criança se coçando, inclusive enquanto dorme, repete-se constantemente, caso ela sofra de dermatite atópica e a doença não esteja sendo tratada.</p>
<p>Grandes vilões, em caso de dermatite atópica, são as bactérias e as infecções de pele oportunistas. Os <a href="http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo3/gramp_staphylo.htm" target="_blank" rel="noopener"><em>Staphylococcus aureus</em></a> são um dos micro-organismos que se aproveitam do defeito na barreira cutânea para penetrar profundamente nela. Por isso, são considerados um dos maiores desencadeantes da doença.</p>
<p>No corpo, essas bactérias ligam-se à imunoglobulina E (IgE), um anticorpo relacionado à imunidade que é produzido em maior quantidade na tentativa de proteger o organismo. Essa reação ocorre cada vez que a pele tem contato com algo que a irrita. Por isso, as crises de dermatite atópica se tornam recorrentes.</p>
<p>Como a imunoglobulina E permanece no sistema, mesmo após os sintomas terem desaparecido, ela é considerada um importante indicador de dermatite atópica. O anticorpo pode ser identificado no sangue por meio de um exame e o resultado permite distinguir as diferentes substâncias associadas à doença.</p>
<h2>É possível afirmar que a dermatite atópica tem cura?</h2>
<p>Muitas pessoas confundem-se e acreditam na ideia de que a dermatite atópica tem cura porque a doença é cíclica, ou seja, os sintomas surgem de tempos em tempos, quando a pele entra em contato com o que provoca as crises. Nesse intervalo, os indícios permanecem controlados. Como não há coceira, nem vermelhidão, presume-se que a doença tenha sido curada.</p>
<p>No entanto, a dermatite atópica é uma reação da pele, provocada por agentes externos, que não tem cura, mas que pode ser contida com o uso de medicamentos para diminuir a coceira e a irritação.</p>
<h2>Em quais partes da pele aparecem os sintomas da doença?</h2>
<p>Em bebês, a dermatite atópica, geralmente, inicia com áreas irritadas e ressecadas nas bochechas e ao redor da boca. Em crianças maiores, as lesões se localizam, principalmente, nos braços e pernas, sempre acompanhadas de coceira. Em adolescentes, as feridas são mais frequentes nos joelhos, cotovelos, mãos, pés e ao redor dos olhos.</p>
<p>Em algumas crianças, é possível identificar, facilmente, os fatores que desencadeiam as lesões e a coceira características da dermatite atópica, enquanto em outras, nenhuma causa consegue ser especificada. Além disso, esses fatores podem mudar ao longo dos anos.</p>
<p>Por isso, é fundamental que seja identificado o que suscita as crises. Uma forma de fazê-lo é anotar tudo o que foi feito e utilizado no dia anterior ao aparecimento da dermatite e observar se uma nova crise acontece quando se repete o uso de alguma das substâncias.</p>
<h2>Causas da dermatite atópica</h2>
<p>A pele de quem tem dermatite atópica é mais sensível e pode ficar irritada a partir do contato com diversos agentes, como:</p>
<ul>
<li>ácaros;</li>
<li>poeira;</li>
<li>perfumes;</li>
<li>plantas;</li>
<li>pelos de animais;</li>
<li>alergia ao pólen das flores;</li>
<li>mofo;</li>
<li>animais;</li>
<li>materiais ásperos;</li>
<li>loções e/ou sabonetes;</li>
<li>produtos de limpeza;</li>
<li>roupas de lã;</li>
<li>tecido sintético;</li>
<li>baixa umidade do ar;</li>
<li>calor e transpiração;</li>
<li>estresse emocional</li>
<li>certos alimentos;</li>
<li>fumaça de tabaco;</li>
<li>banhos excessivos sem hidratação;</li>
<li>utilização de amaciante na lavagem de roupas.</li>
</ul>
<p>A dermatite atópica é causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. As circunstâncias genéticas estão relacionadas às proteínas que formam a barreira da pele (sobre as quais já falamos no início do artigo).</p>
<p>Quando essa barreira está danificada, a pele perde hidratação mais facilmente, tornando-se mais seca, irritável e hipersensível. Além disso, também fica mais propensa a infecções por bactérias, vírus e fungos.</p>
<p>O sistema de defesa da pele acometida pela dermatite atópica reage, ainda, de forma diferente aos fatores do ambiente. Quadros de rinite alérgica e asma podem estar presentes com maior frequência em indivíduos com a doença. Algumas crianças também apresentam alergia alimentar.</p>
<p>Existem exames de alergia que podem ser solicitados para auxiliar na descoberta dos fatores alergênicos de cada pessoa com dermatite atópica.</p>
<h2>Tratamento para dermatite atópica</h2>
<p>O tratamento da dermatite atópica tem por objetivo prevenir o ressecamento da pele, tratar as feridas, minimizar a coceira e evitar os fatores ambientais desencadeantes das crises.</p>
<p>A principal maneira de melhorar os sintomas da dermatite atópica é a hidratação da pele. Para isso, deve-se utilizar óleos ou cremes hidratantes após o banho e evitar banhos muito quentes e prolongados.</p>
<p>Esses cuidados devem começar na infância e continuar na vida adulta. A doença pode surgir em diferentes graus, que variam entre o suave e o muito grave. Por isso, os pais e a criança devem, sempre, seguir as recomendações do médico. Qualquer atitude diferente das que tenham sido sugeridas pelo dermatopediatra pode provocar o surgimento de uma nova crise.</p>
<p>Os sintomas devem desaparecer, progressivamente, a partir do segundo dia de tratamento. Caso eles se agravem ou a melhora não ocorra conforme o esperado em um período de até sete dias, o indicado é procurar a orientação do especialista.</p>
<p>A aplicação terapêutica de raios ultravioleta e o uso de bandagens úmidas são, também, algumas formas de tratar a dermatite atópica. Para solucionar as feridas na pele, são utilizados anti-inflamatórios tópicos, que devem ser prescritos pelo dermatopediatra.</p>
<p>Um antialérgico pode ser associado aos demais cuidados para melhorar o sono durante os períodos de crise. À noite, a coceira costuma ser mais intensa.</p>
<p>Um paciente com dermatite atópica grave exige acompanhamento constante e, algumas vezes, a utilização de medicamentos mais específicos para controle da doença.</p>
<h2>Dicas para controlar os sintomas da dermatite atópica</h2>
<h3>Evitar, ao máximo, coçar a pele</h3>
<p>As crianças, principalmente, sentem muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido, em uma fase da doença caracterizada pelo espessamento da pele. Neste caso, coçar a área só piora as coisas. Quanto mais a criança coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que causa mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado.</p>
<p>Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que agrava ainda mais a situação. Ensinar disciplina e autocontrole às crianças é fundamental.  E é imprescindível manter as unhas sempre aparadas.</p>
<h3>Muita precaução durante as estações do ano</h3>
<p>O frio ou o calor podem piorar ou desencadear as crises de dermatite atópica. É recomendável, portanto, fazer o possível para manter a temperatura amena em casa. No inverno, o quadro piora porque a pele tende a ficar mais ressecada e os banhos são mais demorados, com a água em uma temperatura mais elevada. Por isso, é necessário redobrar os cuidados e a hidratação nesse período. E, na hora de proteger as crianças do frio, é preferível utilizar roupas de algodão.</p>
<p>O verão também exige atenção, já que as crianças transpiram mais e o suor facilita o ressecamento da pele. Além disso, o próprio ar condicionado contribui para a secura. A hidratação continua indispensável, especialmente quando os pequenos brincam no mar ou na piscina. Banhos de sol são bem-vindos, mas sem exageros e com protetor solar.</p>
<h3>Dê atenção aos estresses emocionais</h3>
<p>A dermatite atópica também causa feridas psicológicas. E o estresse é um desencadeador da doença. É fundamental que os pais conversem com os professores e diretores do colégio do(a) filho(a), explicando a situação. Isso ajudará aos mestres a minimizar o estresse causado pela doença. Não é raro que haja preconceito das outras crianças, que pensam que a doença é contagiosa.</p>
<p>Professores e alunos precisam se conscientizar de que essa é uma visão equivocada e impedir brincadeiras que estigmatizam a criança que tem dermatite atópica. Assim, ela não precisará mascarar seu problema sempre se vestindo com roupas de manga comprida.</p>
<h3>Siga o tratamento à risca</h3>
<p>Só com a ajuda de um dermatopediatra é possível controlar e entender que a dermatite atópica tem cura. E deve haver comprometimento de toda a família no tratamento. É necessário seguir as recomendações do especialista, que podem incluir:</p>
<ul>
<li>a retirada de “bichinhos” de pelúcia do convívio com a criança;</li>
<li>conservar o quarto do pequeno arejado;</li>
<li>aderir às pomadas, comprimidos, e todos os medicamentos prescritos.</li>
</ul>
<p>Quando a autoestima da criança está comprometida, a psicoterapia pode ser uma alternativa para resgatá-la.</p>
<h3>Evitar alguns alimentos</h3>
<p>Assim como algumas crianças têm alergia à proteína do leite, outros alimentos podem desencadear o aparecimento de lesões na pele. Enlatados, ovos, cítricos, chocolates, alguns corantes, conservantes e hormônios lideram a lista de desencadeadores. Caso haja suspeita, pode-se solicitar exames de sangue e testes de contato para descobrir se a criança é alérgica a determinados alimentos.</p>
<h3>Tenha plena consciência do problema</h3>
<p>A dermatite atópica tem cura. Mas, na medida em que a criança cresce, é essencial que ela assuma a responsabilidade com os cuidados diante da doença. Os pais devem explicar, sempre que possível, o que é a dermatite atópica e ensinar, desde cedo, as medidas que ajudam a evitar as crises. Caso as crianças tenham consciência, por exemplo, de que um banho com água morna e um bom hidratante amenizam os sintomas, irão se sentir mais seguros para tratá-la e aproveitar as atividades do dia a dia.</p>
<p>A seguir, conheça outras dicas para controlar as crises de dermatite atópica:</p>
<ul>
<li>o banho da criança tem de ser rápido. Não deve durar mais do que cinco minutos.</li>
<li>Higienizar o corpo somente uma vez ao dia.</li>
<li>A temperatura da água deve ser baixa, pois quanto mais quente estiver, mais a pele perderá hidratação.</li>
<li>Usar emolientes durante o banho (óleos que ajudam a pele a manter o pH próximo ao natural e a protegem de agressões externas).</li>
<li>Não usar esponjas, mas, sim, as próprias mãos.</li>
<li>Usar sabonete neutro.</li>
<li>Depois do banho, secar a pele com delicadeza, sem esfregar a toalha.</li>
<li>No máximo três minutos após o banho, aplicar, em todo o corpo, o hidratante indicado pelo dermatopediatra.</li>
<li>Evitar o contato da pele com detergentes, cosméticos coloridos e perfumados, produtos de limpeza, bijuterias e qualquer outro agente irritante.</li>
<li>Caso os hidratantes causem ardência devido à maior sensibilidade da pele, pode-se usar vaselina semi-sólida ou líquida no lugar do creme.</li>
<li>Aplicar protetor solar sempre que for à piscina e, quando sair da água, secar a pele com a toalha e aplicar o creme hidratante imediatamente.</li>
<li>Evitar usar amaciantes para lavar as roupas.</li>
<li>A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/">Dermatite atópica tem cura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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		<title>Banho: cuidados para não ressecar a pele do bebê</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/banho-cuidados-para-nao-ressecar-pele-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 16:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não gosta de um banho quente e agradável, e de sair cheiroso depois de tomá-lo? O problema é que a saúde da pele dos bebês pode ser comprometida , quando fazemos isso com eles. É simples não prejudicá-la. São...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não gosta de um banho quente e agradável, e de sair cheiroso depois de tomá-lo? O problema é que a saúde da pele dos bebês pode ser comprometida , quando fazemos isso com eles. É simples não prejudicá-la. São necessários, somente, alguns cuidados para não ressecar a pele do bebê.</p>
<p>Os bebês têm a pele até dez vezes mais fina que a dos adultos. Ela é mais seca e sensível, pois, neles, as glândulas sebáceas ainda não maturaram. Sem a proteção natural totalmente desenvolvida, é normal que o órgão perca água de forma muito fácil, e o banho mais quente que o habitual pode agravar essa perda.</p>
<h2>Principais cuidados para não ressecar a pele do bebê</h2>
<p>A pele, quando está ressecada, fica áspera, com coloração meio acinzentada ou avermelhada, e pode, até, coçar. Um dos cuidados para não ressecar a pele do bebê é reduzir ao máximo o tempo do banho, evitando que dure mais do que 15 minutos e garantindo que a água esteja morna (entre 36°C e 37°C).</p>
<p>A temperatura da água pode ser verificada através do tato de quem for dar o banho. A pessoa pode colocar o antebraço dentro d’água para sentir, com o próprio corpo, se está adequada para que o banho seja confortável. Outra opção é verificar a temperatura com o auxílio de um termômetro.</p>
<p>O tipo de sabonete utilizado para a higiene também influencia no ressecamento da pele. É por isso que os dermatopediatras, geralmente, recomendam aos pais o uso de produtos que sejam específicos para a idade da criança, com contato limitado às regiões que realmente precisam ser limpas (axilas, nádegas, virilha, mãos e pés). Alguns sabonetes são formulados justamente para evitar o ressecamento e repor os nutrientes da pele que se perdem durante o banho.</p>
<p>A secagem do corpo é outro aspecto que exige atenção. Deve ser feita com uma toalha macia, preferencialmente de algodão, com movimentos delicados, sem esfregar a pele do bebê para não machucá-la. Antes de vesti-lo, <a href="https://maricemello.com.br/blog/quando-usar-creme-hidratante-na-crianca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">é indicado passar um hidratante</a> recomendado para a faixa etária da criança e dermatologicamente aprovado. Esse processo deve ser rápido para prevenir a queda da temperatura do corpo dos bebês, que ocorre mais rapidamente que nos adultos. Eles precisam ser mantidos aquecidos, para que sua temperatura corporal não sofra muita alteração.</p>
<p>A pele dos bebês só está completamente desenvolvida quando completam um ano de idade. Até lá, a atenção para não prejudicá-la deve ser maior, pois se for danificada, torna-se mais propensa à doenças e infecções. Por isso, é preciso assegurar-se de que a pele, barreira de proteção do organismo, será mantida intacta.</p>
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