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Banho: cuidados para não ressecar a pele do bebê

29/04/2017

Quem não gosta de um banho quente e agradável, e de sair cheiroso depois de tomá-lo? O problema é que a saúde da pele dos bebês pode ser comprometida , quando fazemos isso com eles. É simples não prejudicá-la. São necessários, somente, alguns cuidados para não ressecar a pele do bebê.

Os bebês têm a pele até dez vezes mais fina que a dos adultos. Ela é mais seca e sensível, pois, neles, as glândulas sebáceas ainda não maturaram. Sem a proteção natural totalmente desenvolvida, é normal que o órgão perca água de forma muito fácil, e o banho mais quente que o habitual pode agravar essa perda.

Principais cuidados para não ressecar a pele do bebê

A pele, quando está ressecada, fica áspera, com coloração meio acinzentada ou avermelhada, e pode, até, coçar. Um dos cuidados para não ressecar a pele do bebê é reduzir ao máximo o tempo do banho, evitando que dure mais do que 15 minutos e garantindo que a água esteja morna (entre 36°C e 37°C).

A temperatura da água pode ser verificada através do tato de quem for dar o banho. A pessoa pode colocar o antebraço dentro d’água para sentir, com o próprio corpo, se está adequada para que o banho seja confortável. Outra opção é verificar a temperatura com o auxílio de um termômetro.

O tipo de sabonete utilizado para a higiene também influencia no ressecamento da pele. É por isso que os dermatopediatras, geralmente, recomendam aos pais o uso de produtos que sejam específicos para a idade da criança, com contato limitado às regiões que realmente precisam ser limpas (axilas, nádegas, virilha, mãos e pés). Alguns sabonetes são formulados justamente para evitar o ressecamento e repor os nutrientes da pele que se perdem durante o banho.

A secagem do corpo é outro aspecto que exige atenção. Deve ser feita com uma toalha macia, preferencialmente de algodão, com movimentos delicados, sem esfregar a pele do bebê para não machucá-la. Antes de vesti-lo, é indicado passar um hidratante recomendado para a faixa etária da criança e dermatologicamente aprovado. Esse processo deve ser rápido para prevenir a queda da temperatura do corpo dos bebês, que ocorre mais rapidamente que nos adultos. Eles precisam ser mantidos aquecidos, para que sua temperatura corporal não sofra muita alteração.

A pele dos bebês só está completamente desenvolvida quando completam um ano de idade. Até lá, a atenção para não prejudicá-la deve ser maior, pois se for danificada, torna-se mais propensa à doenças e infecções. Por isso, é preciso assegurar-se de que a pele, barreira de proteção do organismo, será mantida intacta.

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