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Doenças
de pele

Vitiligo na infância

Vitiligo é uma doença de pele caracterizada por manchas mais claras que o tom natural da pele. É causada pela destruição dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele. Não é contagiosa e pode estar associada a fatores genéticos. Estima-se que cerca de 1% da população sofre dessa doença atualmente.

Em áreas mais expostas ao sol, a doença se apresenta de forma mais intensa, como rosto e mãos, por exemplo. Pode ser desencadeada por fatores emocionais ou problemas no sistema imunológico.

O problema pode começar nos primeiros meses de vida e se agravar ao longo do crescimento. Os responsáveis pela criança têm que levá-la ao médico dermatologista assim que perceber as manchas brancas no corpo da criança, pois o vitiligo pode estar associada a outras doenças autoimunes que, quanto mais cedo são diagnosticadas, mais precoce e eficaz torna o tratamento.

Existem dois tipos de vitiligo. O tipo mais comum em crianças e jovens é o segmentar, que se manifesta em apenas uma parte do corpo. O bilateral aparece em ambos os lados do corpo e, com maior incidência, em extremidades, como mãos e pés.

Diagnóstico do vitiligo em crianças

A criança deve ser examinada por um médico dermatologista para que seja feito o diagnóstico, no qual é usada uma luminária que emite raios ultravioletas na pele. Também pode ser necessária uma biópsia da área afetada e exames de sangue para verificar hormônios e vitaminas associados à doença.

Tratamento do vitiligo em crianças

A pele infantil é mais sensível que a pele dos adultos, portanto, o tratamento deve ser feito com maior cuidado. Embora ainda não haja cura para a doença, existem formas de tratar o vitiligo. Medicações tópicas, tais como pomadas e loções para tentar conter o avanço das manchas e pigmentar a região afetada são as mais indicadas para crianças, pois são menos invasivas que os demais tratamentos (fototerapia, cirurgia e despigmentação total da pele).

Como prevenir o alastramento do vitiligo em crianças?

Como prevenção ao alastramento da doença, recomenda-se o uso de um protetor solar específico para a pele infantil, além de acompanhamento dermatológico periódico, uma vez que o vitiligo pode afetar a autoestima da criança e trazer problemas de convívio social. Ao ser exposta a situações de estresse, por exemplo, a doença pode se agravar. Manter a criança num ambiente equilibrado e saudável é importante.

A evolução da doença não pode ser exatamente mensurada, pois varia muito. Cada criança responde de uma forma ao tratamento e aos estímulos. O vitiligo pode melhorar ou se agravar de modo que não se pode determinar ou prever, mas tomar todas as medidas preventivas e ter acompanhamento médico dermatológico pode reduzir o risco de alastramento das manchas.

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