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	<title>dermatite atópica - Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</title>
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	<description>Dermatologista especializada no diagnóstico e tratamento da pele de bebês, crianças e adolescentes.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Aug 2019 16:04:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Como usar a técnica do &#8220;pijama molhado&#8221; para dermatite atópica</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/como-usar-a-tecnica-do-pijama-molhado-para-dermatite-atopica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 16:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[hidratação da pele da criança]]></category>
		<category><![CDATA[pijama molhado e dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[técnica do pijama molhado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pijama molhado é uma técnica muito eficaz para tratar a dermatite atópica, um dos tipos mais comuns de alergia cutânea. A dermatite atópica é uma doença genética de caráter crônico, não sendo contagiosa. Sua manifestação se dá pela aparência da pele seca, seguida de erupções que...</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/como-usar-a-tecnica-do-pijama-molhado-para-dermatite-atopica/">Como usar a técnica do &#8220;pijama molhado&#8221; para dermatite atópica</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="c16">O<span class="c10"> pijama molhado</span> é uma técnica muito eficaz para <span class="c22"><a class="c12" href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/&amp;sa=D&amp;ust=1567098104821000">tratar a dermatite atópica</a></span>, um dos tipos mais comuns de alergia cutânea. A<span class="c10"> dermatite atópica</span> é uma doença genética de caráter crônico, não sendo contagiosa. Sua manifestação se dá pela<span class="c10"> aparência da pele seca</span>, seguida de <span class="c10">erupções que desencadeiam coceira e crostas</span><span class="c0">.</span></p>
<p class="c16">Geralmente, a <span class="c22"><a class="c12" href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/tratamento-da-pele-com-dermatite/&amp;sa=D&amp;ust=1567098104822000">dermatite atópica</a></span><span class="c0"> apresenta períodos de melhora, seguido de piora, o que acaba prejudicando a qualidade de vida do paciente. Mas, felizmente, essa é uma doença completamente tratável e apresenta bons resultados sob orientação médica.</span></p>
<p class="c16">Dentre os <span class="c22"><a class="c12" href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/perguntas-e-respostas-sobre-dermatite-atopica/&amp;sa=D&amp;ust=1567098104822000">tratamentos para a dermatite atópica</a></span>, a maioria dos especialistas indica a técnica do pijama molhado, que potencializa as vias de tratamento da dermatite atópica. Mas <span class="c10">o que é a técnica do pijama molhado</span> e <span class="c10">de que forma ajuda no controle da dermatite atópica</span><span class="c0">?</span></p>
<p class="c16"><span class="c0">Leia o artigo e descubra:</span></p>
<p><strong>Ouça este conteúdo:</strong></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-608-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/08/wet-erap.mp3?_=1" /><a href="https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/08/wet-erap.mp3">https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/08/wet-erap.mp3</a></audio>
<h2 id="h.36ogwl8629v4" class="c29"><span class="c31 c18">Técnica do pijama molhado: como ajuda a dermatite atópica?</span></h2>
<p class="c16"><span class="c0">O principal tratamento para a dermatite atópica é a hidratação profunda da pele e graças a técnica que ensino a seguir, isso pode ser feito de maneira bastante eficaz.</span></p>
<p class="c16">Dentre os maiores benefícios desta terapia, está o <span class="c10">alívio da coceira e mal-estar </span>provocado pelo eczema. Além disso, é um meio que promove o <span class="c10">aumento da absorção de hidratantes e medicamentos</span><span class="c0"> destinados a tratar do problema.</span></p>
<p class="c16"><span class="c0">É importante alertar que a técnica do pijama úmido, também chamada de técnica do pijama molhado é considerado um tratamento complementar da doença. Consiste em um procedimento simples e bastante eficiente, quando realizado corretamente.</span></p>
<h2 id="h.6mtqvltrnms8" class="c29"><span class="c18 c31">Passo a passo para usar o pijama úmido</span></h2>
<p class="c16">Para utilizar essa técnica no <span class="c10">controle da dermatite atópica</span><span class="c0">, será necessário separar alguns itens importantes:</span></p>
<ul class="c7 lst-kix_x6huiy3wdjsz-0 start">
<li class="c2"><span class="c0">dois pijamas de algodão de mangas compridas e calça;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">quatro pares de meia de algodão;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">medicamento para a dermatite, prescrito pelo dermato pediatra;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">creme hipoalergênico próprio para dermatite atópica;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">bacia com água morna;</span></li>
</ul>
<p class="c16"><span class="c0">Após separar os itens necessários, siga o passo a passo para aplicar a técnica da melhor forma possível:</span></p>
<ul class="c7 lst-kix_r8pzpbe13411-0 start">
<li class="c2">a criança deve tomar um<span class="c10"> banho com água morna</span><span class="c0">, de 10 a 15 minutos, normalmente;</span></li>
<li class="c2">depois, enxugue-a levemente com uma toalha e aplique o <span class="c10">medicamento para dermatite atópica</span><span class="c0">, deixando agir por 15 minutos;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">feito isso, espalhe uma grande quantidade do creme prescrito, deixando ainda molhado, ou seja, sem que seja completamente absorvido;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">molhe o pijama com água morna, torça ou centrifugue para que não fique pingando e vista a criança por;</span></li>
<li class="c2">depois disso, <span class="c10">coloque o pijama seco na criança</span><span class="c0"> e, caso haja necessidade, coloque um pijama afetivo por cima, para assimilar a uma noite de sono tranquila;</span></li>
<li class="c2"><span class="c0">pode deixar por 2 horas ou mais.</span></li>
</ul>
<p class="c16"><span class="c0">Vale ressaltar que essa técnica só pode ser utilizada após a criança ter passado por um especialista e definido o diagnóstico da doença. Também é importante orientar que esse procedimento não deve ser realizado caso haja uma infecção grave ou sob impedimento médico.</span></p>
<p class="c16">De toda forma, <span class="c22"><a class="c12" href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/contato/&amp;sa=D&amp;ust=1567098104826000">consulte um dermato pediatra</a></span> antes de experimentar essa técnica. Assim, é possível obter as instruções individualizadas para criança e, consequentemente, os melhores<span class="c10"> resultados para tratar a dermatite atópica</span><span class="c0">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Criança com coceira: o que pode ser?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/crianca-com-coceira-o-que-pode-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 12:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite de contato]]></category>
		<category><![CDATA[prurido ou coceira]]></category>
		<category><![CDATA[sintoma coceira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A coceira é uma das queixas mais comuns encontradas nos consultórios de dermatopediatras, pois consiste em um sintoma que pode estar relacionado a diversas causas distintas. Também chamada de prurido, a coceira é ocasionada por uma sensação de urgência para coçar determinada área afetada...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coceira é uma das queixas mais comuns encontradas nos consultórios de dermatopediatras, pois consiste em um sintoma que pode estar relacionado a diversas causas distintas. Também chamada de prurido, a coceira é ocasionada por uma sensação de urgência para coçar determinada área afetada da pele.</p>
<p>A coceira pode ser leve ou intensa e, muitas vezes, os pacientes não apresentam sinais visíveis do sintoma. Além disso, quando a coceira surge como uma manifestação crônica, o incômodo tende a ser muito maior, já que interfere na concentração da criança, assim como atrapalha o seu sono e pode até mesmo atrapalhar a vida escolar.</p>
<p>Por isso, é muito importante estar atento às causas por trás da coceira, pois essa pode representar tanto uma dermatose característica, quanto o início de alguma outra doença ou mesmo uma reação medicamentosa.</p>
<p>Continue lendo o artigo para identificar as possíveis causas da coceira em uma criança e saiba reconhecer o melhor momento de levá-la a um profissional especializado.</p>
<p><strong>Ouça este conteúdo:</strong></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-582-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/05/criança-com-coeira.mp3?_=2" /><a href="https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/05/criança-com-coeira.mp3">https://maricemello.com.br/wp-content/uploads/2019/05/criança-com-coeira.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<h2 id="h.qj36yjluf4oj">Coceira na criança: o que pode ser?</h2>
<p>Como vimos, a coceira é um sintoma que está relacionado a diversas causas distintas, desde uma picada de inseto até uma doença mais grave. Entretanto, quando falamos de doenças cutâneas em que a coceira é o sintoma mais presente, podemos citar algumas como as principais:</p>
<h3 id="h.mqfywlm3fkis">Urticária</h3>
<p>A <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/urticaria/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793570000">urticária</a> pode aparecer em qualquer parte do corpo e se caracteriza por lesões levemente protuberantes e avermelhadas, seguidas de coceira intensa. As lesões podem aparecer isoladas ou em conjunto, podendo surgir em surtos agudos, desaparecendo em seis semanas ou de forma crônica, quando dura um período maior.</p>
<h3 id="h.u71mmr42w1xh">Escabiose</h3>
<p>A <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/escabiose-sarna/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793570000">escabiose</a>, popularmente conhecida como sarna, é uma parasitose causada por um ácaro (Sarcoptes scabiei, variedade hominis). É uma doença que ocorre pelo contato direto com outra pessoa ou algum objeto contaminado.</p>
<p>A coceira é o sintoma mais evidente da escabiose, que se manifesta à noite, principalmente. Pelo fato do prurido ser bastante intenso, é comum que hajam escoriações na pele.</p>
<h3 id="h.os0ioe3r9ohf">Dermatite atópica</h3>
<p>A <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/dermatite-atopica/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793571000">dermatite atópica</a> é uma doença crônica e genética em que a pele fica bastante seca, com a formação de erupções e crostas, além da intensa coceira. Geralmente, os locais acometidos pela dermatite atópica são as dobras dos braços e da parte atrás dos joelhos das crianças.</p>
<h3 id="h.cv02jp65qw3z">Dermatite de contato</h3>
<p>A <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/dermatite-de-contato/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793572000">dermatite de contato</a> consiste em uma reação inflamatória na pele, que se dá pela exposição cutânea a um agente que pode causar alergia ou irritação. Assim, a dermatite de contato pode aparecer logo no primeiro contato (dermatite irritante) com o agente causador ou após repetidas exposições (dermatite alérgica).</p>
<p>No caso da dermatite alérgica, o local onde houve o contato com o agente causador é tomado por intensa coceira, após 24 horas da exposição, aproximadamente. Já na dermatite irritante, a coceira apresenta menor intensidade, embora sobressaia a sensação de queimação e dor.</p>
<h3 id="h.wlomuc35bchj">Infecções fúngicas</h3>
<p>As infecções fúngicas podem ser causadas por leveduras ou dermatófitos, que consistem em fungos que desencadeiam uma série de doenças distintas.</p>
<p>Na maioria dos casos, a manifestação dos fungos permanece apenas na camada mais superficial da epiderme. A reação alérgica ao fungo causa erupção na pele, seguida de intensa coceira.</p>
<h3 id="h.t73n42jzdg65">Outras causas para coceira</h3>
<p>Em alguns casos, a coceira pode estar relacionada a uma doença sem lesões dermatológicas, como doenças de ordem psicológica e/ou psiquiátrica ou mesmo doenças sistêmicas, ou seja, quando a enfermidade está relacionada a outro órgão.</p>
<p>Além disso, a coceira pode estar indicando um quadro de <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/alergia-na-pele/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793573000">reação alérgica</a> a alimentos, picadas ou espinhos de plantas ou mesmo indicando uma reação medicamentosa.</p>
<p>Portanto, como a coceira é um sintoma que abrange uma série de outros problemas, o diagnóstico irá depender de outros fatores identificados pela análise clínica e exames laboratoriais solicitados pelo dermatopediatra.</p>
<p>Por isso, caso note a manifestação prolongada da coceira em sua criança, <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/contato/&amp;sa=D&amp;ust=1558358793574000">procure um especialista em dermatologia pediátrica</a> para saber, exatamente, como lidar com a situação.</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/crianca-com-coceira-o-que-pode-ser/">Criança com coceira: o que pode ser?</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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		<item>
		<title>Principais alergias do verão: dermatite atópica, urticária e dermatite de contato</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/principais-alergias-do-verao-dermatite-atopica-urticaria-e-dermatite-de-contato-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2018 15:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alergia a picada de inseto]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite de contato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dermatite atópica, urticária e dermatite de contato são as alergias do verão que mais afetam a pele. Além delas, as picadas de inseto também podem desencadear em quadros alérgicos. O calor, a exposição ao sol e o contato com areia são os fatores ambientais que mais...</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/principais-alergias-do-verao-dermatite-atopica-urticaria-e-dermatite-de-contato-2/">Principais alergias do verão: dermatite atópica, urticária e dermatite de contato</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dermatite atópica,<a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/bolinhas-vermelhas-e-coceira-sao-sintomas-de-urticaria/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340098000"> </a><a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/bolinhas-vermelhas-e-coceira-sao-sintomas-de-urticaria/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340098000">urticária</a> e dermatite de contato são as alergias do verão que mais afetam a pele. Além delas, as picadas de inseto também podem desencadear em quadros alérgicos.</p>
<p>O calor, a exposição ao sol e o contato com areia são os fatores ambientais que mais desencadeiam os sintomas relacionados às alergias, que vão desde coceira e  irritações  até inflamações na pele.</p>
<p>Vamos conhecer algumas dicas para cuidar da pele das crianças durante essa época do ano?</p>
<h2 id="h.dhg8zo6zi9sj">Como se proteger das principais alergias do verão?</h2>
<p>A estação mais quente do ano sempre sugere a vontade de se refrescar. Banho de chuveiro, de piscina, de mar ou de banheira: o intuito é amenizar a sensação de calor.</p>
<p>Entretanto, durante o verão, é importante que os cuidados para a pele sejam intensificados, a fim de evitar que as alergias e outros problemas dermatológicos apareçam.</p>
<p>Preparamos dicas importantes para você cuidar da sua criança durante o verão e evitar o aparecimento das principais alergias dessa época do ano: dermatite de contato, dermatite atópica, urticária e a alergia às picadas de inseto. Confira:</p>
<h2 id="h.99bwmf5odgz0">Dermatite atópica</h2>
<p>A<a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/perguntas-e-respostas-sobre-dermatite-atopica/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340101000"> </a><a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/perguntas-e-respostas-sobre-dermatite-atopica/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340101000">dermatite atópica</a> é a principal doença tratada pela dermatologia infantil. Consiste em uma doença crônica e tem origem hereditária.</p>
<p>A dermatite atópica se dá por um processo inflamatório da pele, que tende a melhorar e alterar com outros períodos de piora. Esses intervalos podem variar de meses até anos, entre uma crise e outra. No entanto, quanto mais grave for o quadro da coceira e das feridas, menor será esse tempo de manifestação aguda do problema.</p>
<p>A dermatite atópica deixa a pele seca, com áreas avermelhadas. O aparecimento da doença pode se agravar por meio de:</p>
<ul>
<li>banhos demorados e/ou com água muito quente;</li>
<li>uso de sabonete e cosméticos em excesso;</li>
<li>uso de roupas sintéticas;</li>
<li>períodos de intenso suor;</li>
<li>temperatura fria;</li>
<li>uso de amaciantes de roupas;</li>
<li>alimentação com muitos corantes e conservantes.</li>
</ul>
<p>A boa notícia é que, com prevenção, a manifestação da doença pode ser evitada. Saiba como abaixo.</p>
<h3 id="h.8lit41rk6v3i">Como prevenir?</h3>
<p>É preciso evitar ou reduzir a exposição e/ou o contato com os fatores desencadeantes para prevenir a dermatite atópica, ou seja:</p>
<ul>
<li>deve-se hidratar a pele todos os dias após o banho, que deve ser curto (dez minutos, no máximo) e com água fria ou morna;</li>
<li>o sabonete deve ser utilizado somente para limpar as axilas, a região genital, as mãos e os pés;</li>
<li>utilizar protetor solar é outra medida de cuidado com a pele para proteção da dermatite atópica.</li>
</ul>
<p>Cultive esse hábito desde cedo nas crianças. Ensine a importância desses cuidados que, naturalmente, passam a fazer parte da rotina antes da diversão.</p>
<h2 id="h.dlsr7dej0533">Dermatite de contato</h2>
<p>Algumas substâncias podem provocar a dermatite de contato, caracterizada por uma irritação na pele que surge depois da exposição a um produto que contenha algum composto químico que não é bem aceito pelo corpo. Além da irritação, a doença também causa coceira e vermelhidão.</p>
<h3 id="h.2oc4je7o04d7">Como prevenir?</h3>
<p>Para prevenir possíveis dermatites de contato é necessário identificar o agente desencadeante da dermatite. Outras medidas importantes são:</p>
<ul>
<li>usar produtos hipoalergênicos;</li>
<li>lavar bem as mãos após a exposição a substâncias que levam a possíveis irritações;</li>
<li>para exposições maiores às causas da alergia, é fundamental fazer uso de vestimentas adequadas como luvas, uniformes e calçados.</li>
</ul>
<p>A <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/saiba-como-hidratar-pele-do-adolescente/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340106000">hidratação da pele</a> e do organismo pode atuar como prevenção da dermatite de contato.</p>
<p>Eventualmente, podem ser prescritos alguns medicamentos pela dermatopediatra para tratar os sintomas principais, como coceira e vermelhidão.</p>
<h2 id="h.at1a9h4h59w0">Urticária</h2>
<p>A urticária se caracteriza por uma irritação na pele, desencadeada por lesões avermelhadas e com leve inchaço, ao que chamamos de vergões. As urticárias podem aparecer em qualquer área do corpo e tendem a surgir como surtos.</p>
<p>Esse é um problema que ainda pode aparecer de forma crônica ou aguda. A urticária crônica se dá quando os sintomas duram por seis semanas ou mais, enquanto que a urticária aguda consiste em sintomas que desaparecem em menos de seis semanas.</p>
<p>Além disso, a urticária pode se classificar em:</p>
<ul>
<li>urticária espontânea ou urticária idiopática: quando não há uma causa identificada para o problema;</li>
<li>urticária induzida: nesse caso há um fator identificado como causa da doença, como infecções, alimentos, drogas e estímulos físicos, como calor, sol, água, pressão e temperaturas baixas.</li>
</ul>
<h3 id="h.3f84lpo6833u">Como prevenir?</h3>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a urticária é uma das alergias de verão que atinge de 15 a 20% da população, pelo menos em algum momento da vida.</p>
<p>Primeiramente, a melhor maneira de prevenir-se da urticária é se afastar do que está causando a <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/teste-de-alergia-quando-levar-crianca-para-fazer/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340109000">alergia</a>, quando isso for possível. Entretanto, mesmo que a urticária ainda tenha uma causa desconhecida, ainda é possível preveni-la de algumas maneiras:</p>
<ul>
<li>evitar altas temperaturas;</li>
<li>amenizar o estresse;</li>
<li>adotar uma dieta alimentar reduzida em: corantes, conservantes, enlatados, refrigerantes, sucos artificiais;</li>
<li>usar repelentes para insetos.</li>
</ul>
<h2 id="h.vejiyh762p5g">Alergias a picadas de inseto também são comuns no verão</h2>
<p>Com a chegada do verão, as crianças brincam mais ao ar livre e com menos roupas do que são acostumadas a usar. Essa época do ano também favorece o aparecimento de mais insetos e consequentemente, aumentam-se as picadas. Nesse processo, as picadas também podem se intensificar e desencadear uma<a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/blog/teste-de-alergia-quando-levar-crianca-para-fazer/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340110000"> reação alérgica</a>.</p>
<p>Quando a criança tem alergia ao inseto, a picada fica avermelhada e coça bastante, podendo incomodar até o sono. Muitas vezes, os pais confundem a alergia de picadas com alergia alimentar. No entanto, a forma arredondada como a lesão se apresenta irá indicar se houve ou não uma reação alérgica a uma picada de inseto. É fundamental que os pais levem a criança imediatamente a <a href="https://www.google.com/url?q=https://maricemello.com.br/contato/&amp;sa=D&amp;ust=1543942340111000">um dermatopediatra</a>, pois só um especialista poderá verificar com certeza a origem da alergia.</p>
<p>Com alguns <a href="https://maricemello.com.br/blog/4-cuidados-essenciais-para-o-verao/">cuidados preventivos</a>, é possível prevenir alergias e outras problemas dermatológicos comuns do verão.</p>
<p>Se você gostou do artigo, aproveite para baixar o ebook completo <a href="https://www.google.com/url?q=http://materiais.maricemello.com.br/e-book-guia-para-os-pais&amp;sa=D&amp;ust=1543942340112000">&#8220;Principais doenças de pele na infância: sintomas, tratamento e prevenção&#8221;</a>. O download é gratuito.</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/principais-alergias-do-verao-dermatite-atopica-urticaria-e-dermatite-de-contato-2/">Principais alergias do verão: dermatite atópica, urticária e dermatite de contato</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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		<title>Alergia respiratória: quais são e como controlar</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/alergia-respiratoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[tosse seca]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para alergias respiratórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum que as crianças apresentem quadros de alergia respiratória. Caracterizada por uma reação de hipersensibilidade aos alérgenos, é frequente que as alergias se instalem durante a infância, trazendo alguns desconfortos. No entanto, o acompanhamento pediátrico das mesmas é...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum que as crianças apresentem quadros de <strong>alergia respiratória</strong>. Caracterizada por uma reação de hipersensibilidade aos alérgenos, é frequente que as alergias se instalem durante a infância, trazendo alguns desconfortos. No entanto, o acompanhamento pediátrico das mesmas é muito importante para prevenir possíveis complicações.</p>
<p>De maneira geral, as reações alérgicas são causadas por substâncias que desencadeiam sensibilidade em algumas pessoas. O alérgeno, por sua vez, por estar presente no ar, acaba interferindo na saúde respiratória de pessoas mais sensíveis. Os alérgenos podem causar alergias respiratórias ou desencadeá-las em pessoas mais predispostas. Idosos e crianças, por exemplo, tendem a ser mais suscetíveis.</p>
<h2>Alergia respiratória e suas causas</h2>
<p>Podemos classificar como as principais alergias respiratórias a asma e a rinite alérgica (ou febre do feno). Ambas podem ocorrer juntas ou separadas. As causas para as alergias respiratórias estão relacionadas, principalmente, à hereditariedade, já que as crianças cujo os pais possuem o quadro, apresentam grandes chances de, também, desenvolvê-las.</p>
<p>Outros fatores externos também podem levar às alergias respiratórias. Mudanças climáticas bruscas, assim como casos de resfriados e gripes contribuem para o surgimento das crises. Da mesma forma, os ácaros ligados à poeira e mofo também contribuem para o quadro.</p>
<p>A rinite alérgica quase sempre é desencadeada pela sensibilidade ao pólen, por isso, acontece em maior número durante a primavera. A asma, por sua vez, é decorrente de ambientes fechados, com pouca incidência solar e com facilidade para o acúmulo de ácaros, insetos e epitélios de animais domésticos.</p>
<h3>Alergias respiratórias e dermatite atópica</h3>
<p>As alergias respiratórias podem acompanhar a <a href="https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/dermatite-atopica/">dermatite atópica</a>. Uma doença cutânea inflamatória que está associada às alterações imunológicas, seguida de reações alérgicas e alterações na barreira da pele. É bastante comum entre as crianças, podendo surgir após o terceiro mês de idade e perdurando por anos. Assim, é fundamental acompanhar se as crises respiratórias estão acompanhadas da dermatite atópica, para que o tratamento seja melhor direcionado.</p>
<h2>Diagnóstico e sintomas da alergia respiratória</h2>
<p>O diagnóstico da alergia respiratória vai depender da análise de um especialista, segundo os sintomas apresentados e histórico familiar do paciente.</p>
<h3>Rinite alérgica</h3>
<h4>Diagnóstico</h4>
<ul>
<li>Histórico familiar;</li>
<li>testes cutâneos e exames de sangue.</li>
</ul>
<h4>Sintomas</h4>
<ul>
<li>Secreções excessivas das glândulas mucosas do nariz;</li>
<li>congestionamento das veias da cavidade nasal, que leva a obstrução ao fluxo aéreo nasal;</li>
<li>irritação dos nervos sensoriais do nariz;</li>
<li>garganta e olhos inflamados;</li>
<li>corrimentos e congestionamento nasal;</li>
<li>espirro;</li>
<li><a href="https://maricemello.com.br/blog/o-que-dar-para-o-bebe-com-tosse-seca/">tosse</a>;</li>
<li>sensação de peito cheio;</li>
<li>chiado no peito;</li>
<li>falta de ar;</li>
<li>coceira e inflamação nos olhos;</li>
<li>erupção de pápulas cutâneas;</li>
<li>dor de cabeça;</li>
<li>sono agitado;</li>
<li>falta de concentração.</li>
</ul>
<h3>Asma</h3>
<h4>Diagnóstico</h4>
<ul>
<li>Histórico familiar;</li>
<li>teste de função pulmonar, radiografias do tórax e testes cutâneos.</li>
</ul>
<h4>Sintomas</h4>
<ul>
<li>Secreções excessivas nos brônquios;</li>
<li>espasmo do músculo liso na parede brônquica;</li>
<li>inchaço inflamatório da mucosa brônquica;</li>
<li>obstrução ao fluxo de ar para dentro e fora dos pulmões;</li>
<li>falta de ar;</li>
<li>chiado;</li>
<li>aprisionamento de ar no peito;</li>
<li>tosse seguida de secreções aumentadas;</li>
<li>inflamação das vias aéreas.</li>
</ul>
<h2>Tratamento da alergia respiratória</h2>
<p>A alergia respiratória não costuma ter uma cura definitiva. Por isso, é muito importante a consulta a um especialista que irá direcionar o melhor tratamento para cada caso.</p>
<p>Geralmente, utiliza-se algumas alternativas de reparo imediato. Descongestionantes nasais, por exemplo, aliviam momentaneamente o quadro, mas costumam piorar os sintomas quando o efeito passa.</p>
<p>No entanto, o uso de soro fisiológico para lavar as narinas, assim como anti-histamínicos e vacinas podem controlar bastante a situação. Da mesma forma, corticosteróides tópicos e imunomoduladores são indicados como procedimento de tratamento.</p>
<h3>Dicas para melhorar as alergias respiratórias em crianças</h3>
<ul>
<li>Evitar a exposição ao tempo seco e poluição;</li>
<li>preparação para as estações frias do ano;</li>
<li>garantir o <a href="http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno" target="_blank" rel="noopener">aleitamento materno</a>;</li>
<li>evitar a exposição de crianças de até um ano à pelos de animais ou outros agentes alergênicos;</li>
<li>controle da poeira doméstica, mofos, fungos e ácaros;</li>
<li>incentivar a ingestão de água.</li>
</ul>
<p>Vimos que a as alergias respiratórias devem ser acompanhadas para um melhor direcionamento de tratamento. No entanto, se ainda houver dúvidas, não deixe de entrar em <a href="https://maricemello.com.br/contato/">contato</a>. Leia, ainda, o artigo <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/">Dermatite atópica tem cura?</a> para entender a relação da dermatite atópica com as alergias respiratórias.</p>
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		<title>Alergia à proteína do leite: aprenda a identificar os sinais</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/alergia-a-proteina-do-leite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 14:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alergias na pele]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados na alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[dermatologia pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas crianças podem apresentar alergia à proteína do leite de vaca. Sabemos que o leite é um ingrediente alimentar comum e com relativa importância na cultura dos brasileiros. Sabe-se, também, que ele é uma fonte de proteína, cálcio, magnésio, dentre...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas crianças podem apresentar <strong>alergia à proteína do leite</strong> de vaca. Sabemos que o leite é um ingrediente alimentar comum e com relativa importância na cultura dos brasileiros. Sabe-se, também, que ele é uma fonte de proteína, cálcio, magnésio, dentre outros nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo.</p>
<p>Mas, para algumas crianças, pode ser, também, sinônimo de desconforto, devido à alergia à proteína do leite. A condição pode causar uma série de sintomas nos bebês e nas crianças.</p>
<h2>Como a alergia à proteína do leite ocorre?</h2>
<p>Qualquer tipo de alergia alimentar é uma reação exacerbada do sistema imunológico a algum componente presente em um alimento ou grupo de alimentos. A alergia à proteína do leite também acontece desta forma.</p>
<p>As principais causadoras desta alergia são as proteínas caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. A reação alérgica, normalmente, está relacionada à imaturidade do sistema digestivo da criança.</p>
<p>Conforme dados da Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (ESPGHAN), em nível mundial, cerca de 2% a 3% das crianças com menos de três anos têm alergia à proteína do leite. Apesar de este tipo de alergia ser mais frequente nas crianças menores de quatro anos, ela pode ser desenvolvida por adultos, também.</p>
<h2>Principais sintomas da alergia à proteína do leite</h2>
<p>A alergia à proteína do leite tem uma extensa lista de sintomas que se manifestam na pele, no sistema digestivo e no sistema respiratório. Conheça as principais:</p>
<ul>
<li>problemas com digestão;</li>
<li>perda de apetite;</li>
<li>vômitos e regurgitações recorrentes;</li>
<li>cólicas fortes;</li>
<li>diarreia;</li>
<li>sangue nas fezes;</li>
<li>intestino preso;</li>
<li>coriza, obstrução nasal, chiado no peito;</li>
<li><a href="https://maricemello.com.br/blog/alergias-de-pele-em-criancas-quando-acontecem/" target="_blank" rel="noopener">placas vermelhas na pele</a>;</li>
<li>inchaço de lábios e pálpebras;</li>
<li>dificuldades para ganhar peso;</li>
<li>crescimento lento.</li>
</ul>
<h2>Reações à proteína do leite na pele das crianças</h2>
<p>Existem diferentes reações alérgicas à proteína do leite que podem se manifestar na pele das crianças. Veja:</p>
<h3>Reações mediadas por IgE ou imediatas</h3>
<p>Nesse tipo de alergia à proteína do leite, os sintomas aparecem em alguns segundos ou até duas horas após a ingestão do produto lácteo, e a criança normalmente apresenta:</p>
<ul>
<li>urticária (placas vermelhas disseminadas, geralmente com coceira associada);</li>
<li>angioedema (inchaço dos lábios e dos olhos);</li>
<li>vômitos em jato;</li>
<li>diarreia após a ingestão do leite;</li>
<li>anafilaxia;</li>
<li>choque anafilático;</li>
<li>chiado no peito;</li>
<li>respiração difícil.</li>
</ul>
<p>Como nesse tipo de reação ocorre a liberação de IgE (anticorpo), são solicitados testes alérgicos que medem a presença dele no sangue e na pele, como uma forma de auxiliar na investigação diagnóstica. Porém, os exames não concluem o diagnóstico sozinhos e precisam ser analisados junto com a história clínica e a resposta a determinada dieta.</p>
<h3>Reações não mediadas por IgE ou tardias</h3>
<p>Também denominadas mediadas por células, as reações não mediadas por IgE ou tardias são as reações em que o organismo não produz este tipo específico de anticorpo. Nestes casos, a reação é desencadeada por outras células. O grande diferencial deste tipo de reação alérgica é que os sintomas são tardios, podendo aparecer horas ou dias após a ingestão do leite.</p>
<p>Os sintomas apresentados são:</p>
<ul>
<li>vômitos tardios;</li>
<li>diarreia com ou sem muco e com presença de sangue;</li>
<li>cólicas;</li>
<li>irritabilidade;</li>
<li>intestino preso;</li>
<li>baixo ganho de peso e crescimento;</li>
<li>inflamação do intestino;</li>
<li><a href="https://maricemello.com.br/blog/doencas-de-pele-mais-comuns-em-criancas-e-principais-sintomas/" target="_blank" rel="noopener">assadura</a> e/ou fissura perianal.</li>
</ul>
<p>O diagnóstico, nestes casos, deve ser investigado com base na história clínica, na dieta isenta dos alimentos suspeitos de serem os desencadeadores da alergia, seguida do teste de <a href="http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/pdfs/alergia_alimentar.pdf" target="_blank" rel="noopener">provocação oral</a>.</p>
<h3>Reações mistas da alergia à proteína do leite</h3>
<p>Algumas crianças podem apresentar os dois tipos de reações, denominadas como manifestações mistas. Nestes casos, podem surgir sintomas imediatos e tardios à ingestão do leite.</p>
<p>Os sintomas mais comuns observados nas reações mistas são:</p>
<ul>
<li><a href="https://maricemello.com.br/doencas-de-pele/dermatite-atopica/" target="_blank" rel="noopener">dermatite atópica</a> moderada ou grave (descamação e ressecamento da pele, com ou sem formação de feridas);</li>
<li>asma;</li>
<li>refluxo;</li>
<li>inflamação do esôfago (esofagite eosinofílica);</li>
<li>inflamação do estômago (gastrite eosinofílica);</li>
<li>diarreia;</li>
<li>vômito e dor abdominal;</li>
<li>baixo ganho de peso e crescimento.</li>
</ul>
<h2>Substituições na dieta da criança com alergia</h2>
<p>Para os bebês que ainda estão amamentando, é necessário fazer a substituição do leite de vaca por fórmulas especiais. Elas contêm os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, mas sem a proteína que desencadeia as crises.</p>
<p>Nas crianças maiores, a opção é por uma dieta equilibrada e variada, rica em frutas, cereais e vegetais. Essa dieta é capaz de fornecer proteína e as principais vitaminas e minerais oferecidos pelo leite.</p>
<p>As proteínas, por exemplo, podem ser encontradas nas carnes, mas também na combinação de leguminosas (feijão, grão-de-bico, lentilha, etc.) com grãos integrais, como o arroz. As folhas e os vegetais verde-escuros (couve, brócolis, taioba, escarola, espinafre, mostarda, etc.) são ricas em cálcio, além de outros minerais.</p>
<p>Em algumas receitas, é possível substituir o leite de vaca por leites vegetais, como o leite de coco, de amêndoas, de aveia ou de castanhas. Vários deles podem ser encontrados já prontos no supermercado, mas também é possível fazê-los em casa.</p>
<p>Ao se identificar algum sintoma da alergia à proteína do leite na criança, é preciso marcar uma consulta com um médico especialista. Com a orientação certa e alguns cuidados da família, a criança conseguirá ter uma vida perfeitamente normal.</p>
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		<title>O que dar para o bebê com tosse seca?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/o-que-dar-para-o-bebe-com-tosse-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2018 14:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[tosse seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bebê com tosse seca pode estar sinalizando que está com algum problema de saúde. É comum que o sintoma seja causado por infecções das vias aéreas superiores, que são as conhecidas gripes e os resfriados. A tosse é um...</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/o-que-dar-para-o-bebe-com-tosse-seca/">O que dar para o bebê com tosse seca?</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>bebê com tosse seca</strong> pode estar sinalizando que está com algum problema de saúde. É comum que o sintoma seja causado por infecções das vias aéreas superiores, que são as conhecidas gripes e os resfriados.</p>
<p>A tosse é um reflexo natural do corpo para eliminar secreções causadas por qualquer irritação no pulmão, no nariz, nas fossas nasais, nos seios perinasais, na boca, na faringe e na laringe. O tipo de tosse, quantidade, e a existência, ou não, de secreção, bem como o tempo que o bebê está tossindo, determinam se a tosse é de origem gripal, infecciosa ou alérgica.</p>
<p>Mas o bebê com tosse seca também pode estar manifestando um sintoma de doenças respiratórias mais sérias, como é o caso das alérgicas. Há, ainda, a possibilidade de ser um refluxo gastroesofágico, asma, bronquiolite, dentre outros problemas.</p>
<h2>O que fazer diante do bebê com tosse seca</h2>
<p>É muito importante procurar um pediatra quando se está diante de um bebê com tosse seca. O profissional irá desvendar qual é a causa da tosse, para, depois, definir um tratamento eficaz. No caso das infecções que atacam as vias aéreas superiores, não havendo outros sintomas concomitantes, é possível amenizar o problema por inalação com soro fisiológico e lavagem nasal com soro.</p>
<p>Os remédios como xaropes antialérgicos, antitussígenos, descongestionantes ou expectorantes só devem ser usados quando receitados pelo pediatra, pois nem todos os medicamentos são indicados para bebês. Além disso, toda a tosse que dura mais de cinco dias deve ser investigada pelo médico. Normalmente, em bebês com menos de dois anos, o pediatra não recomenda o uso de remédios, caso não haja febre ou dificuldade respiratória.</p>
<h2>É possível prevenir a tosse seca em bebês?</h2>
<p>Sim, é possível prevenir a tosse seca em bebês. Para tanto, é preciso evitar fatores que contribuem para a sua persistência. Tente ao máximo não expor o bebê às seguintes situações:</p>
<ul>
<li>fumaça de cigarro;</li>
<li>poeira;</li>
<li>animais de estimação;</li>
<li>ambientes mal arejados e com baixa umidade.</li>
</ul>
<p>Nos casos em que o ambiente no qual o bebê vive seja poluído, faça uso de aparelhos umidificadores. Mantenha o bebê bem hidratado no verão, pois a desidratação contribui para a continuidade da tosse seca.</p>
<h2>Tosse seca pode estar associada a problemas de pele</h2>
<p>Diversos bebês diagnosticados com <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/" target="_blank" rel="noopener">dermatite atópica</a>, caracterizada pela predisposição genética para alergias, acabam por desenvolver asma, que possui como um de seus sintomas a tosse seca. Juntamente com as duas doenças, pode surgir, ainda, a rinite alérgica.</p>
<p>Geralmente, a dermatite atópica se desenvolve antes no bebê. Após, surge a asma. muitos concordam que tratar a dermatite atópica pode evitar sua progressão para asma.</p>
<p>Assim, tenha atenção ao corpo do bebê. A dermatite atópica é uma inflamação da pele que provoca lesões avermelhadas, edema, secreção, crostas, descamação e prurido.</p>
<p>Pode ser desencadeada por alguns alimentos, por ácaros, roupas de lã, cosméticos, produtos de higiene pessoal e por fatores emocionais e físicos, como baixa umidade e temperaturas extremas, que deixam a pele do bebê seca.</p>
<p>A doença não tem cura, mas há muitos medicamentos que reduzem gradualmente as crises até seu desaparecimento. Eles combatem o ressecamento da pele, a infecção e controlam a coceira.</p>
<p>Caso apareçam alterações na pele do bebê,  é preciso procurar um dermatopediatra para um diagnóstico preciso. Na confirmação de dermatite atópica, não deixe de seguir as orientações do profissional, pois o tratamento correto pode evitar que um problema de pele se transforme em uma doença respiratória.</p>
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		<item>
		<title>Dermatite atópica tem cura?</title>
		<link>https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Marice Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 11:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[alergia alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[problemas de pele]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para a pele]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://maricemello.com.br/?post_type=blog&#038;p=366</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dermatite atópica tem cura? Antes de mais nada, é preciso entender como surge a doença e de que forma ela afeta a pele de crianças, adolescentes e adultos. Em resumo, a dermatite atópica, também chamada de eczema atópico, é uma...</p>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/">Dermatite atópica tem cura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dermatite atópica tem cura</strong>? Antes de mais nada, é preciso entender como surge a doença e de que forma ela afeta a pele de crianças, adolescentes e adultos.</p>
<p>Em resumo, a dermatite atópica, também chamada de eczema atópico, é uma doença de pele muito comum, caracterizada por vermelhidão, inflamação, <a href="https://maricemello.com.br/blog/pele-seca-em-criancas-alguns-cuidados-sao-essenciais-para-nao-agravar-o-problema/" target="_blank" rel="noopener">ressecamento</a> e coceira. Afeta, principalmente, as crianças. Cerca de metade das pessoas diagnosticadas com dermatite atópica apresenta os primeiros sintomas aos seis meses de vida. A fase mais crônica ocorre até os cinco anos de idade.</p>
<p>A pele é a primeira barreira do sistema imunológico. É o órgão que tem o maior contato com o meio externo e, portanto, o que sofre as maiores agressões. Qualquer alteração nessa barreira propicia o surgimento de doenças, como a dermatite atópica.</p>
<p>A condição ocorre, com maior frequência, em pessoas que possuem uma alteração no gene da filagrina, uma proteína que aumenta a adesão entre as células epiteliais. Quando há falha nesse sistema de barreira, a cútis fica mais suscetível ao contato com substâncias externas, que podem provocar reações na pele.</p>
<p>Além disso, sem a ação da filagrina, o tecido cutâneo tende a perder água mais facilmente. Então, quanto mais quente o ambiente estiver, maior será o ressecamento. A pele, quando ressecada, coça muito. A cena de uma criança se coçando, inclusive enquanto dorme, repete-se constantemente, caso ela sofra de dermatite atópica e a doença não esteja sendo tratada.</p>
<p>Grandes vilões, em caso de dermatite atópica, são as bactérias e as infecções de pele oportunistas. Os <a href="http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/rm_controle/opas_web/modulo3/gramp_staphylo.htm" target="_blank" rel="noopener"><em>Staphylococcus aureus</em></a> são um dos micro-organismos que se aproveitam do defeito na barreira cutânea para penetrar profundamente nela. Por isso, são considerados um dos maiores desencadeantes da doença.</p>
<p>No corpo, essas bactérias ligam-se à imunoglobulina E (IgE), um anticorpo relacionado à imunidade que é produzido em maior quantidade na tentativa de proteger o organismo. Essa reação ocorre cada vez que a pele tem contato com algo que a irrita. Por isso, as crises de dermatite atópica se tornam recorrentes.</p>
<p>Como a imunoglobulina E permanece no sistema, mesmo após os sintomas terem desaparecido, ela é considerada um importante indicador de dermatite atópica. O anticorpo pode ser identificado no sangue por meio de um exame e o resultado permite distinguir as diferentes substâncias associadas à doença.</p>
<h2>É possível afirmar que a dermatite atópica tem cura?</h2>
<p>Muitas pessoas confundem-se e acreditam na ideia de que a dermatite atópica tem cura porque a doença é cíclica, ou seja, os sintomas surgem de tempos em tempos, quando a pele entra em contato com o que provoca as crises. Nesse intervalo, os indícios permanecem controlados. Como não há coceira, nem vermelhidão, presume-se que a doença tenha sido curada.</p>
<p>No entanto, a dermatite atópica é uma reação da pele, provocada por agentes externos, que não tem cura, mas que pode ser contida com o uso de medicamentos para diminuir a coceira e a irritação.</p>
<h2>Em quais partes da pele aparecem os sintomas da doença?</h2>
<p>Em bebês, a dermatite atópica, geralmente, inicia com áreas irritadas e ressecadas nas bochechas e ao redor da boca. Em crianças maiores, as lesões se localizam, principalmente, nos braços e pernas, sempre acompanhadas de coceira. Em adolescentes, as feridas são mais frequentes nos joelhos, cotovelos, mãos, pés e ao redor dos olhos.</p>
<p>Em algumas crianças, é possível identificar, facilmente, os fatores que desencadeiam as lesões e a coceira características da dermatite atópica, enquanto em outras, nenhuma causa consegue ser especificada. Além disso, esses fatores podem mudar ao longo dos anos.</p>
<p>Por isso, é fundamental que seja identificado o que suscita as crises. Uma forma de fazê-lo é anotar tudo o que foi feito e utilizado no dia anterior ao aparecimento da dermatite e observar se uma nova crise acontece quando se repete o uso de alguma das substâncias.</p>
<h2>Causas da dermatite atópica</h2>
<p>A pele de quem tem dermatite atópica é mais sensível e pode ficar irritada a partir do contato com diversos agentes, como:</p>
<ul>
<li>ácaros;</li>
<li>poeira;</li>
<li>perfumes;</li>
<li>plantas;</li>
<li>pelos de animais;</li>
<li>alergia ao pólen das flores;</li>
<li>mofo;</li>
<li>animais;</li>
<li>materiais ásperos;</li>
<li>loções e/ou sabonetes;</li>
<li>produtos de limpeza;</li>
<li>roupas de lã;</li>
<li>tecido sintético;</li>
<li>baixa umidade do ar;</li>
<li>calor e transpiração;</li>
<li>estresse emocional</li>
<li>certos alimentos;</li>
<li>fumaça de tabaco;</li>
<li>banhos excessivos sem hidratação;</li>
<li>utilização de amaciante na lavagem de roupas.</li>
</ul>
<p>A dermatite atópica é causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. As circunstâncias genéticas estão relacionadas às proteínas que formam a barreira da pele (sobre as quais já falamos no início do artigo).</p>
<p>Quando essa barreira está danificada, a pele perde hidratação mais facilmente, tornando-se mais seca, irritável e hipersensível. Além disso, também fica mais propensa a infecções por bactérias, vírus e fungos.</p>
<p>O sistema de defesa da pele acometida pela dermatite atópica reage, ainda, de forma diferente aos fatores do ambiente. Quadros de rinite alérgica e asma podem estar presentes com maior frequência em indivíduos com a doença. Algumas crianças também apresentam alergia alimentar.</p>
<p>Existem exames de alergia que podem ser solicitados para auxiliar na descoberta dos fatores alergênicos de cada pessoa com dermatite atópica.</p>
<h2>Tratamento para dermatite atópica</h2>
<p>O tratamento da dermatite atópica tem por objetivo prevenir o ressecamento da pele, tratar as feridas, minimizar a coceira e evitar os fatores ambientais desencadeantes das crises.</p>
<p>A principal maneira de melhorar os sintomas da dermatite atópica é a hidratação da pele. Para isso, deve-se utilizar óleos ou cremes hidratantes após o banho e evitar banhos muito quentes e prolongados.</p>
<p>Esses cuidados devem começar na infância e continuar na vida adulta. A doença pode surgir em diferentes graus, que variam entre o suave e o muito grave. Por isso, os pais e a criança devem, sempre, seguir as recomendações do médico. Qualquer atitude diferente das que tenham sido sugeridas pelo dermatopediatra pode provocar o surgimento de uma nova crise.</p>
<p>Os sintomas devem desaparecer, progressivamente, a partir do segundo dia de tratamento. Caso eles se agravem ou a melhora não ocorra conforme o esperado em um período de até sete dias, o indicado é procurar a orientação do especialista.</p>
<p>A aplicação terapêutica de raios ultravioleta e o uso de bandagens úmidas são, também, algumas formas de tratar a dermatite atópica. Para solucionar as feridas na pele, são utilizados anti-inflamatórios tópicos, que devem ser prescritos pelo dermatopediatra.</p>
<p>Um antialérgico pode ser associado aos demais cuidados para melhorar o sono durante os períodos de crise. À noite, a coceira costuma ser mais intensa.</p>
<p>Um paciente com dermatite atópica grave exige acompanhamento constante e, algumas vezes, a utilização de medicamentos mais específicos para controle da doença.</p>
<h2>Dicas para controlar os sintomas da dermatite atópica</h2>
<h3>Evitar, ao máximo, coçar a pele</h3>
<p>As crianças, principalmente, sentem muita coceira e as áreas afetadas soltam uma espécie de líquido, em uma fase da doença caracterizada pelo espessamento da pele. Neste caso, coçar a área só piora as coisas. Quanto mais a criança coloca as mãos no local, mais machucada fica a pele, o que causa mais coceira e cria um círculo vicioso difícil de ser quebrado.</p>
<p>Além disso, infecções oportunistas podem aparecer em decorrência das lesões, o que agrava ainda mais a situação. Ensinar disciplina e autocontrole às crianças é fundamental.  E é imprescindível manter as unhas sempre aparadas.</p>
<h3>Muita precaução durante as estações do ano</h3>
<p>O frio ou o calor podem piorar ou desencadear as crises de dermatite atópica. É recomendável, portanto, fazer o possível para manter a temperatura amena em casa. No inverno, o quadro piora porque a pele tende a ficar mais ressecada e os banhos são mais demorados, com a água em uma temperatura mais elevada. Por isso, é necessário redobrar os cuidados e a hidratação nesse período. E, na hora de proteger as crianças do frio, é preferível utilizar roupas de algodão.</p>
<p>O verão também exige atenção, já que as crianças transpiram mais e o suor facilita o ressecamento da pele. Além disso, o próprio ar condicionado contribui para a secura. A hidratação continua indispensável, especialmente quando os pequenos brincam no mar ou na piscina. Banhos de sol são bem-vindos, mas sem exageros e com protetor solar.</p>
<h3>Dê atenção aos estresses emocionais</h3>
<p>A dermatite atópica também causa feridas psicológicas. E o estresse é um desencadeador da doença. É fundamental que os pais conversem com os professores e diretores do colégio do(a) filho(a), explicando a situação. Isso ajudará aos mestres a minimizar o estresse causado pela doença. Não é raro que haja preconceito das outras crianças, que pensam que a doença é contagiosa.</p>
<p>Professores e alunos precisam se conscientizar de que essa é uma visão equivocada e impedir brincadeiras que estigmatizam a criança que tem dermatite atópica. Assim, ela não precisará mascarar seu problema sempre se vestindo com roupas de manga comprida.</p>
<h3>Siga o tratamento à risca</h3>
<p>Só com a ajuda de um dermatopediatra é possível controlar e entender que a dermatite atópica tem cura. E deve haver comprometimento de toda a família no tratamento. É necessário seguir as recomendações do especialista, que podem incluir:</p>
<ul>
<li>a retirada de “bichinhos” de pelúcia do convívio com a criança;</li>
<li>conservar o quarto do pequeno arejado;</li>
<li>aderir às pomadas, comprimidos, e todos os medicamentos prescritos.</li>
</ul>
<p>Quando a autoestima da criança está comprometida, a psicoterapia pode ser uma alternativa para resgatá-la.</p>
<h3>Evitar alguns alimentos</h3>
<p>Assim como algumas crianças têm alergia à proteína do leite, outros alimentos podem desencadear o aparecimento de lesões na pele. Enlatados, ovos, cítricos, chocolates, alguns corantes, conservantes e hormônios lideram a lista de desencadeadores. Caso haja suspeita, pode-se solicitar exames de sangue e testes de contato para descobrir se a criança é alérgica a determinados alimentos.</p>
<h3>Tenha plena consciência do problema</h3>
<p>A dermatite atópica tem cura. Mas, na medida em que a criança cresce, é essencial que ela assuma a responsabilidade com os cuidados diante da doença. Os pais devem explicar, sempre que possível, o que é a dermatite atópica e ensinar, desde cedo, as medidas que ajudam a evitar as crises. Caso as crianças tenham consciência, por exemplo, de que um banho com água morna e um bom hidratante amenizam os sintomas, irão se sentir mais seguros para tratá-la e aproveitar as atividades do dia a dia.</p>
<p>A seguir, conheça outras dicas para controlar as crises de dermatite atópica:</p>
<ul>
<li>o banho da criança tem de ser rápido. Não deve durar mais do que cinco minutos.</li>
<li>Higienizar o corpo somente uma vez ao dia.</li>
<li>A temperatura da água deve ser baixa, pois quanto mais quente estiver, mais a pele perderá hidratação.</li>
<li>Usar emolientes durante o banho (óleos que ajudam a pele a manter o pH próximo ao natural e a protegem de agressões externas).</li>
<li>Não usar esponjas, mas, sim, as próprias mãos.</li>
<li>Usar sabonete neutro.</li>
<li>Depois do banho, secar a pele com delicadeza, sem esfregar a toalha.</li>
<li>No máximo três minutos após o banho, aplicar, em todo o corpo, o hidratante indicado pelo dermatopediatra.</li>
<li>Evitar o contato da pele com detergentes, cosméticos coloridos e perfumados, produtos de limpeza, bijuterias e qualquer outro agente irritante.</li>
<li>Caso os hidratantes causem ardência devido à maior sensibilidade da pele, pode-se usar vaselina semi-sólida ou líquida no lugar do creme.</li>
<li>Aplicar protetor solar sempre que for à piscina e, quando sair da água, secar a pele com a toalha e aplicar o creme hidratante imediatamente.</li>
<li>Evitar usar amaciantes para lavar as roupas.</li>
<li>A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a coceira.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://maricemello.com.br/blog/dermatite-atopica-tem-cura/">Dermatite atópica tem cura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://maricemello.com.br">Dra. Marice El Achkar Mello - Dermatologia Pediátrica em Florianópolis</a>.</p>
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