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Proteção solar na infância: um cuidado para a vida

10/12/2015

A melhor maneira de prevenir doenças cutâneas é, sem dúvida, proteger-se contra elas. O sol é um dos agentes causadores do maior dos problemas de pele, o câncer. Os raios ultravioletas, principalmente após às 10 horas e até às 16 horas, podem queimar a pele e, ao longo de prolongadas exposições, ir deteriorando-a. Com o passar dos anos, a pele começa a apresentar pintas, envelhecimento precoce e os tumores.

Além da proteção física, como chapéus, óculos, roupas leves e guarda-sol, é necessário um complemento que evite os problemas já mencionados: o protetor solar. Os filtros para a pele delicada e sensível dos bebês e crianças pequenas são, geralmente, feitos com produtos hipoalergênicos, que vão garantir proteção sem irritação. Há inúmeras opções e marcas disponíveis.

O uso do filtro solar é indicado a partir dos seis meses de vida. O fator de proteção solar (FPS) deve ser, no mínimo, 30 e a reaplicação, feita a cada 2 horas. Sombra e ingestão de líquidos para manter a hidratação são outras dicas para permanecer distante das agressões solares.

Quanto mais cedo começarem as ações preventivas, melhor qualidade de vida a criança terá no futuro e mais saudável sua pele será. Mas, quem pensa que apenas o sol é o vilão da história, engana-se. As luzes comuns, que ficam dentro de casa, também são invasivas e emitem radiações nocivas à nossa pele. Grande parte da população se habitua a aplicar protetor solar apenas na praia ou locais abertos, quando vai se expor ao sol. Mal sabe que nos ambientes fechados também existe a necessidade de se proteger com o filtro solar.

É preciso ter cuidado ao aplicar o produto no bebê para ele não levá-lo à boca ou coçar os olhos com as mãos sujas de protetor, ocasionando irritações. A região dos olhos é uma das mais sensíveis, por isso fica o alerta para evitar passar o protetor ao redor das pálpebras. Qualquer incidente com os produtos de proteção devem ser informados ao médico, que poderá indicar o que fazer e como tratar as irritações ou a ingestão acidental.

Dra. Marice El Achkar Mello – CRM/SC 10414 – RQE 5948

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