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O sol e seus benefícios para as crianças

30/03/2016

Quando o bebê nasce, é uma festa. Toda a família aparece para conhecer o mais novo integrante e os pais se desdobram para cuidar do recém-nascido, seguindo as orientações do pediatra. Uma das primeiras que recebem é para deixar o filho ou filha tomar um pouco de sol todos os dias, ainda mais se está com icterícia neonatal fisiológica, comum nos primeiros dias de vida, mas que melhora muito com a exposição adequada ao sol.

Além de recuperar o bebê do acúmulo excessivo de bilirrubina no sangue, o principal benefício do sol para o bebê é a síntese de vitamina D. O nutriente é importante para a saúde, pois previne doenças como o raquitismo, que causa o amolecimento dos ossos em crianças e, por consequência, ocasiona fraturas e deformidades.

Quando expor a criança ao sol

Desde os primeiros dias de vida os bebês podem tomar banho de sol. Os pais só precisam tomar cuidado com a duração e o período do dia que vai expor a criança à luz solar. Principalmente porque de 70% a 80% das radiações que causam câncer de pele na vida adulta foram recebidas na infância.

Sim, a exposição excessiva aos raios ultravioletas faz mal à saúde da pele, mas quando ocorre seguindo as recomendações, torna-se benéfica. Assim, para evitar que a criança seja exposta a raios UV de maior intensidade, é preciso que o banho de sol seja feito antes das 10h ou após às 16h.

Muitos pais tem o hábito de colocar os bebês para receber sol em casa, como o vidro da janela fechado. Como isso impede a incidência dos raios solares benéficos sobre a pele, é mais recomendável a exposição direta aos raios solares.

Nos primeiros dias de vida, o mais indicado é que a criança fique exposta ao sol por poucos minutos para evitar queimaduras. De cinco a 10 minutos, nos primeiros 15 dias, é tempo suficiente. Depois, pode-se aumentar este tempo gradativamente para até 20 minutos ao dia.

Como aproveitar o sol e seus benefícios corretamente

É muito comum os bebês serem colocados para tomar banho de sol somente de fraldas, nus ou sem algo que proteja o rosto, por acreditar que, dessa maneira, a exposição ao sol é mais ‘completa’. Isso não é recomendável. Mesmo usando uma roupa leve e chapéu, a criança aproveita os benefícios do sol.

No calor, é preciso oferecer água para as crianças que não estejam mais em aleitamento materno exclusivo. Alternar entre a sombra e o sol é outro cuidado que evita expor a pele de forma excessiva ao sol, o que pode causar queimaduras e desidratação. Nos dias frios, é preciso manter a criança agasalhada. Mesmo que somente o rosto e as mãos sejam os únicos lugares do corpo em contato com o sol, a criança se beneficia desse contato.

Pais e mães podem aproveitar o tempo junto com a criança ao ar livre para brincar, distrair-se e fortalecer o vínculo. Dessa maneira, mais do que prevenir a deficiência de vitamina D no organismo da criança, estarão criando lembranças agradáveis dos momentos em família.

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